22/07/16 - 11:33:33

Lucas participa Treinamento de Acessibilidade no Aeroporto (Foto ascom)

Na tarde da última quinta-feira (21), o vereador Lucas Aribé (PSB) e outras pessoas com deficiência participaram de um Treinamento de Acessibilidade promovido pela Infraero, empresa que administra o Aeroporto Santa Maria, em Aracaju. O objetivo desse treinamento foi alcançar melhorias na acessibilidade dos aeroportos brasileiros e como preparativo para as Paraolimpíadas de 2016.

Os funcionários do aeroporto e das quatro companhias aéreas que atuam no local (Azul, Avianca, Gol e Tam)  realizaram simulados práticos de atendimento ao PNAE (Passageiro com necessidades de Assistência Especial) e também fizeram o atendimento de passageiros com alguma limitação física do check-in até o embarque, como também na simulação de embarque e desembarque da aeronave.

O presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Everton de Jesus, avalia o treinamento como de suma importância para as pessoas com deficiência que vão viajar de Aracaju para outro destino. “O treinamento foi bastante viável, mas para uma pessoa cadeirante fazer revista no raio x é um pouco constrangedor e minha sugestão é que se instale uma cabine para que esse público se sinta melhor. No contexto geral, o atendimento realizado pelas pessoas que nos acompanharam foi perfeito”, analisa Everton.

De acordo com o Gerente de Operações de Segurança do Aeroporto Santa Maria, Gilnei Vidigal, o treinamento tem um papel fundamental no aeroporto. “Você passa para a comunidade aeroportuária que existe um passageiro que necessita de um atendimento diferenciado. Não tem que ter pena desse passageiro, temos que dar condições para ele embarcar e desembarcar na aeronave com segurança. Esse é o foco do nosso treinamento que realizamos a cada seis meses”, explica Gilnei.

O vereador Lucas Aribé elogia o atendimento, acolhimento e a segurança que os diversos profissionais transmitiram a todos que participaram da simulação. “Todos se sentiram seguros. A gente já lida com as adversidades da vida e se naquele momento rápido ou demorado o profissional não transmitir segurança, ficamos  confusos. O treinamento foi de grande valia e tenho certeza que todos perceberam que não é difícil, não é bicho de sete cabeças lidar com uma pessoa com deficiência, é simplesmente agir com naturalidade”, comenta Lucas.

Por: Maraisa Figueiredo