01/08/16 - 07:47:14

Bebês do Ambulatório de Follow recebem última dose do Palivizumabe (Foto ascom)

A ação atende o cumprimento da portaria 522/2013 do Ministério da Saúde (MS) e é organizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Hospitalar da Saúde (FHS)

Encerra nesta sexta-feira, 29, a distribuição do medicamento Palivizumabe para bebês assistidos pelo ambulatório de Follow Up da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), bem como nascidos em outras unidades de assistência materno-infantil. A ação atende o cumprimento da portaria 522/2013 do Ministério da Saúde (MS) e é organizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Hospitalar da Saúde (FHS).

“A administração do Palivizumabe foi dividida em cinco doses a cada 30 dias, entre os meses de março a julho, por ser considerado período crítico para a circulação do Vírus Sincicial Respiratório”, explicou Thereza Azevedo, coordenadora da Unidade Neonatal da MNSL.

Para receber o medicamento, as mães realizaram cadastros dos bebês. “Os bebês foram submetidos a uma avaliação médica com pediatras de referência estadual, responsáveis pelo programa , afim de certificar se a criança está nos critérios definidos pelo Ministério da Saúde”, revelou a representante da área técnica de Saúde da Criança da SES, Ana Paula de Carvalho.

Para Francisca da Silva, avó da Maria Clara de 1 um ano e nove meses, a medicação do Palivizumabe é benéfica. “Ela está recebendo desde o mês de março. Durante as orientações dos profissionais, fui formada que a medicação previne doenças respiratórias”, falou.

A medicação

O Palivizumabe é um medicamento produzido por engenharia genética e utilizado na prevenção do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), causador da bronquiolite. A ação preventiva visa diminuir a prevalência de internações por infecções respiratórias em unidades neonatais e pediátricas.

O medicamento é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para os bebês prematuros de até um ano idade e crianças que nasceram com baixo peso até os dois anos, e tem como finalidade minimizar os sintomas da patologia, reduzindo em até 55% as internações em situações graves.

Fonte ASN