02/09/16 - 14:33:44

SERGIPE REGISTRO UM CRESCIMENTO DE 3% NO CONSUMO DE GÁS

 

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (ABEGÁS), apontou que foram consumidos, no mês de junho desse ano, uma média de 282,6 mil metros cúbicos (m³) de gás diário em Sergipe. O consumo de gás foi 3% maior que o consumo do mês anterior, maio último. Na comparação anual, em relação ao mesmo mês do ano passado (junho/2015), o consumo apresentou redução de 1,1%.

O consumo médio das indústrias sergipanas foi de 184,1 mil m³/dia, maior 4%, na comparação mensal (maio/2016), e 0,7% maior no comparativo anual (junho/2015). O presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon, afirma que esse crescimento do consumo de gás na indústria “é um indicador de quanto o gás natural pode ser um indutor do desenvolvimento industrial do País e contribuir para a retomada da econômica brasileira”.

Consumo de gás por segmento

Analisando por segmento, o consumo nas indústrias continua tendo a maior participação (65,2%), sendo seguido pelo consumo automotivo (postos), com 31,4%. Em conjunto, estes segmentos responderam por 96,7% do total de gás consumido em Sergipe.

A parcela consumida pelo segmento veicular somou 89 mil m³/dia, apresentando crescimento de 2% em relação ao mês anterior. Na comparação anual, o consumo foi 4,5% maior. O consumo de gás natural para cogeração ficou em 1,8 mil m³/dia, o que representou retração, na comparação mensal de 12,2%, porém na comparação anual (junho/2015), houve crescimento de 31,7%.

Nas residências e no comércio, o volume consumido foi de 4,6 e 3,1 mil m³/dia, respectivamente. Para as residências, o consumo apresentou retração, ficando 2,3% menor, já para o comércio essa redução foi de 4,6%, ambas em relação ao mês anterior. Em relação ao mesmo mês do ano passado (junho/2015), o consumo residencial cresceu 12,5% e o consumo comercial caiu 0,9%.

Por Kamilla Ribeiro