20/08/18 - 09:39:24

Milton diz ser preciso austeridade para controlar gastos do Estado

Para candidato, o Governo gasta muito além do que arrecada e maltrata servidores e fornecedores

Candidato a governador de Sergipe, o empresário e advogado Milton Andrade (PMN) defendeu hoje (20) uma política austera de controle dos gastos públicos. “É preciso gastar menos e melhor. Não há como gastar mais do que se arrecada. Isso é algo que qualquer pessoa sabe. Uma dona de casa, por exemplo, sabe que quando o orçamento familiar aperta, ela precisa cortar alguma coisa para reduzir os gastos, pois do contrário não conseguirá pagar as contas no final do mês”, afirmou o candidato.

No Estado, porém, de acordo com Milton, a lógica tem sido inversa: “o Governo gasta muito além do que tem, e o resultado é fornecedor há mais de um ano sem receber pelo serviço prestado; é trabalhador amargando parcelamento de décimo terceiro, seis anos de achatamento salarial, sem direito, sequer, à reposição das perdas inflacionárias, que lhe é garantida constitucionalmente, e aposentados que sempre cumpriram as suas obrigações, sendo massacrados e humilhados”, disse Milton.

Ele ensinou que, em sendo eleito em outubro que vem, a primeira coisa a fazer é colocar as finanças em ordem, cortando despesas e aumentando receitas, mas sem aumentar tributos. “Isso se fazestimulando a produtividade e aquecendo o comércio”, explicou o candidato que tem se notabilizado por recuperar empresas em dificuldades e devolvê-las ao mercado, fomentando o emprego e renda.

Milton ressaltou que está comprovado que, a partir de um certo momento, quando se aumenta a carga tributária, ocorre um efeito contrário: “a arrecadação cai, porque você desestimula a produtividade. É a chamada Curva de Laffer que Sergipe já a ultrapassou há muito. O reflexo disso é o desestímulo à produtividade e o consequente desaquecimento da economia”.

AUSTERIDADE – No entender de Milton, é preciso austeridade e clareza de prioridades. “Não se pode continuar gastando mais com custeio, do que com pessoal. É imprescindível priorizar o cidadão em detrimento da máquina pública. Hoje, gasta-se algo em torno de R$ 90 milhões/mês com custeio que, na prática, é a despesa com os carros, combustível e telefonesusados pelo governador, secretários, etc.; é o aluguel de prédios, mesmo o Estado tendo inúmeros imóveis abandonados dos quais continua pagando energia e água; e tantas outras mordomias que retratam a forma nefasta de se fazer política. O caos gerado ao longo dos anos é uma prova inequívoca da falta de gestão”, afirmou Milton Andrade, lembrando que “os que se colocam como novos na política e que, agora pleiteiam o comando do Estado, nunca se posicionaram para mudar essa realidade”.

Ele observou que “infelizmente, privilegia-se as relações políticas e a troca de favores em função de uma gestão eficiente, com a implementação de políticas públicas que beneficiem a sociedade”. Para o candidato, “a preocupação dos que estão – ou estiveram – em posição de comando,é continuar fazendoda política o meio de vida e não a usando como instrumento para servir à população, mas para se servir e servir aos seus apadrinhados”.

Fonte e foto assessoria