28/09/18 - 14:04:20

Seinfra realiza manutenção do caranguejo gigante na Orla de Atalaia

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra) está executando manutenção da escultura do caranguejo gigante instalado no início da passarela do caranguejo, na praia da Atalaia.

Instalada em julho de 2014 e, desde então bastante visitada por banhistas e freqüentadores daquela via pública, em especial os turistas, a réplica do crustáceo gigante e chama a atenção não apenas pela imponência, mas principalmente pela riqueza de detalhes em toda a sua estrutura.

Os serviços

Segundo o Secretário Estadual da Infraestrutura, Valmor Barbosa, o monumento necessitava de cuidados específicos. “É a quarta vez que realizamos a manutenção na escultura. A exceção da primeira, quando ela foi alvo de pichação por parte de vândalos, os reparos são cruciais pelo desgaste em virtude da ação do tempo (sol, maresia) que ocasionam a corrosão e também pela falta de zelo de algumas pessoas”, revela.

Ele destaca que a manutenção está sendo realizada por profissionais capacitados. “Uma equipe do escultor do monumento, Ary Tavares, executou os serviços que consistiram em um processo minucioso, onde primeiro foi feito o lixamento, seguido pela aplicação de fibra nas partes danificadas e uma cobertura de gel para o fortalecimento. Em seguida aplicou-se o prime p. u. (espécie de base) e posteriormente foram dadas duas demãos de tinta vermelha. Finalizando, um designer se encarregou de refazer os detalhes nos órgãos do caranguejo (olhos e boca) bem como nos sombreamentos das patas e dobras”, detalha.

Valmor Barbosa afirma que o monumento já está revitalizado e apto para as visitações. “Sendo um dos mais importantes símbolos turísticos da capital, o caranguejo está ainda mais bonito para ser o cenário de registros fotográficos não apenas dos freqüentadores do principal corredor gastronômico da cidade, mas também dos visitantes, cabendo aos moradores e turistas, zelar por ele, respeitando os limites de acesso, não sentando nas patas ou subindo em sua estrutura”, ressalta.

Texto e foto: Alex Santiago