10/11/18 - 08:44:30

Gestão de fluxo na nefrologia do Huse zera demanda no período da tarde

O setor atendia uma média de 64 pacientes durante os turnos (manhã e tarde) e hoje, esse número reduziu e chega em torno de 22 pacientes

Depois de sete meses de inaugurado, o Centro de Nefrologia Dr. Lucilo da Costa Pinto, localizado no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), gerenciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), conseguiu zerar o número de atendimentos em sala no período da tarde. O feito no setor, antes com excesso de pacientes, é reflexo da gestão de fluxo, que deu resolutividade às demandas. De acordo com a coordenadora de enfermagem da empresa prestadora de serviços de hemodiálise no Huse, Sophia Barboza, esse fato se deu por conta da abertura de vagas nas clínicas credenciadas, já que os pacientes acabaram sendo direcionados para seus locais e clínicas de origem.

O setor atendia uma média de 64 pacientes durante os turnos (manhã e tarde) e hoje, esse número reduziu e chega em torno de 22 pacientes com atendimento que se estende também para os setores fechados como as UTI’s e Área Vermelha onde a demanda permanece a mesma para aqueles que tem insuficiência renal aguda.

“Houve uma diminuição significativa de pacientes. Como a gente tem 16 pontos de diálise, o volume de pacientes a gente está conseguindo atender somente no período da manhã na sala e no restante do dia a gente foca nas unidades fechadas que são os pacientes mais críticos. As clínicas conveniadas abriram vagas através do disque diálise e houve uma negociação para que esses pacientes fossem direcionados para as clínicas. Isso é um ponto muito positivo porque diminui a hospitalização e consequentemente a mortalidade do paciente, desocupação de leitos e a humanização desse paciente por estarem de volta em casa com a família”,explicou Sophia.

Além de proporcionar um tratamento mais acolhedor aos pacientes e acompanhantes assistidos no centro de Nefrologia do Huse, o número de pontos de hemodiálise foi de oito para dezesseis pontos, dobrando a capacidade de tratamento. Antes era visível o acúmulo de pacientes nas enfermarias e no Pronto Socorro que faziam seu tratamento enquanto aguardavam vagas nas clínicas privadas que possuem convênio com o município de Aracaju.

Fonte e foto assessoria