Complementares, as obras contratadas pela SEED irão proporcionar melhorias significativas na estrutura física da unidade de ensino
Localizada no povoado rural Queimada Grande, no município sertanejo de Poço Redondo, o Centro Estadual de Educação Profissionalizante Dom José Brandão de Castro oferta atualmente os Cursos Técnicos em Agropecuária e Agroindústria, e vem passando, desde 2013, por uma série de obras de reforma e ampliação de sua estrutura física, como a construção da sede própria da unidade.
Em atendimento às demandas de alunos e equipe de servidores da escola, o Governo do Estado autorizou na última semana de junho, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEED) e da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP), a contratação da empresa que vai realizar obras complementares de reestruturação do Centro Profissionalizante Dom Brandão, como a complementação do sistema de tratamento de esgoto e a execução de rede de climatização.
Com investimento de R$ 711.958,85, o centro agrícola de ensino terá sua estrutura de fixação de forro em PVC complementada, assim como a iluminação da área externa da escola, que será também revisada.
O projeto de obras complementares do Dom Brandão contempla ainda a execução do sistema de prevenção contra descargas atmosféricas e uma revisão total das instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias.
Diálogo
Em sua gestão, o governador Jackson Barreto ampliou o diálogo com os estudantes e servidores do Centro Estadual de Educação Profissional Dom José Brandão de Castro.
Em reuniões realizadas em março deste ano juntamente com os discentes, assumiu compromisso para promover alguns encaminhamentos solicitados, a exemplo da contratação de novos professores e a finalização de reparos estruturais da escola, que já foram autorizados e que serão iniciados ainda em julho.
“Acho que esse encontro com os alunos da Dom José Brandão de Castro foi muito importante. Eles fizeram reivindicações de problemas que verdadeiramente existem, e o governador recebeu de forma democrática e sensata, fazendo com que o Governo assuma seu papel e responsabilidade na solução dos problemas apresentados”, relatou Jackson Barreto, na audiência que teve com os estudantes no Palácio dos Despachos.
O secretário Jorge Carvalho explica que as demandas da Escola Agrícola já estavam sendo discutidas anteriormente e estão sendo atendidas para que a população do Sertão sergipano disponha de acesso ao ensino público técnico profissionalizante de qualidade.
“Essa é uma escola diferente, que tem como modelo a pedagogia da alternância, que possibilita que os alunos, por serem do campo, tenham um período estudando e outro trabalhando na terra”, declarou.
Alojamento
Também pensando na melhoria das condições de permanência dos estudantes na escola, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), investiu outros R$ 704.699,61 para finalizar a construção do prédio do alojamento para estudantes do Centro Profissionalizante Dom José Brandão de Castro.
Concluído no último mês de junho, o alojamento tem 16 quartos coletivos, vestiários com cinco chuveiros e quatro sanitários, uma sala de estudo, corredor e área de circulação, além de lavanderia com tanques e varais.
Complementando a estrutura do espaço, também foi concebido um projeto paisagístico na área de circulação do alojamento. Assim como todo o prédio do centro profissionalizante, o espaço conta com banheiros adaptados às normas técnicas de acessibilidade.
Magistério
Paralelo a isso, o governo cumpriu outro ponto acordado com os estudantes e publicou edital de processo seletivo para contratação de novos professores, não apenas para o Dom Brandão, mas também para os demais centros profissionalizantes da rede estadual.
Cursos
Os cursos ofertados nesta unidade de ensino têm duração de três anos e são aplicados pelo regime pedagógico de alternância, que consiste na formação do técnico utilizando espaços e tempos diferentes, divididos entre o meio sócio-profissional e o meio escolar, guiado por uma proposta que visa à formação integral do educando e ao desenvolvimento do meio em que está inserido.
Das vagas ofertadas, 90% são reservadas aos filhos dos assentados, acampados, agricultores familiares, posseiros, indígenas, quilombolas e ribeirinhos. Os 10% restantes são destinados aos demais municípios sergipanos e estados vizinhos.
Assessoria de Comunicação da SEED
