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EDUARDO AMORIM REJEITA CRIAÇÃO DE NOVOS IMPOSTOS

 

O senador Eduardo Amorim (PSC-SE) utilizou o plenário do Senado na quarta-feira (13) para destacar números da economia brasileira. Segundo ele, a consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e aumento das pressões inflacionárias. “O resultado é por conta do fraco desempenho da nossa economia e da piora do endividamento”, disse.

Segundo ele, é fato que com o novo déficit nas contas do governo em 2016, este, será o terceiro ano consecutivo com as contas no vermelho. Eduardo disse que em 2014, houve um déficit de R$ 17,24 bilhões, em 2015, um rombo de quase R$ 115 bilhões – considerado recorde-, entretanto, espera-se um saldo negativo de até R$ 170,5 bilhões nas contas do governo em 2016. “O pior resultado da história, caso seja confirmado”, explicou.

Ao detalhar os números, o senador apontou uma pesquisa publicada esta semana pela CNI/IBOPE, realizada com mais de 2 mil pessoas em 143 municípios brasileiros, que mostra de maneira clara que o brasileiro não apoia o aumento de impostos e defende o controle de gasto.

“As pessoas estão entendendo que algo precisa ser feito e embora o governo já tenha avisado que vai apresentar medidas impopulares, faz-se necessário que essas políticas sejam defendidas e discutidas com a sociedade”, entendeu Eduardo. Ele disse ainda que 85% da população brasileira considera que os gastos do governo aumentaram, ou seja, a impressão da maioria dos brasileiros é que a despesa pública chegou ao limite.

Opinião

O senador detalhou, ainda, que 95% dos brasileiros dizem que é necessário cortar ou manter as despesas públicas no mesmo nível, entretanto, não há apoio para aumento de impostos, os quais são considerados muito elevados e a percepção de que a carga tributária cresceu é generalizada e considera que os tributos vêm aumentando nos últimos anos.

“A população começou a notar os efeitos de uma economia equivocada e demostra, justamente, a importância e a necessidade que o governo tem de trazer mais substância ao debate fiscal, explicando a situação das contas públicas e as opções para resolução do problema”, disse Eduardo.

Assessoria de Imprensa

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