Tratamento dérmico foi a técnica utilizada pelos profissionais.
A Coordenadoria Geral de Perícias, por meio do Instituto de Identificação em conjunto com o Instituto Médico Legal (IML), identificaram nessa quarta-feira, 21, o corpo de uma idosa que estava em avançado estado de putrefação. O corpo chegou ao IML na madrugada do dia 19, quando vizinhos chamaram familiares da senhora para averiguar o mau cheiro que exalava da residência, localizada no povoado Areia Branca, Mosqueiro.
Os papiloscopistas conseguiram restaurar a impressão digital por meio da técnica do tratamento dérmico que consiste em reidratar a pele para que ela fique flexível, a ponto de ser possível a coleta da impressão digital. Os técnicos explicam que o avançado estado de putrefação deixa o dedo enrugado, tornando difícil a identificação papiloscópica.
O trabalho que durou 48h permitiu que a pele fosse reidratada, de forma a torná-la flexível para coleta da impressão digital. O corpo foi liberado para a família realizar o sepultamento no mesmo dia.
Fonte e foto Ascom SSP
