Recepção calorosa marca a chegada de 52 militares sergipanos desmobilizados da Força Nacional de Segurança Pública
É com grande alegria e orgulho que a Polícia Militar de Sergipe recebe os 52 policiais militares que foram cedidos para integrar a Força Nacional de Segurança Pública nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Os militares foram desmobilizados e retornaram para Sergipe na tarde dessa quinta-feira, 22. A chegada dos militares foi prestigiada pelo comandante-geral da PMSE, coronel Marcony Cabral, e pelo chefe da 4ª Seção do Estado Maior Geral (PM-4), tenente-coronel Edenisson Paixão.
O evento aconteceu no mês de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, com a presença de profissionais de segurança de todo o país. Os oficiais e praças que desembarcaram na ocasião foram considerados aptos após criteriosa seleção para compor o efetivo da Força Nacional atuante em Grandes Eventos.
Os militares foram recebidos com muita emoção e orgulho dos familiares presentes no Aeroporto Internacional Santa Maria. Na missão, enfrentaram também como desafio a saudade. Os policiais militares de Sergipe, que não mediram esforços para garantir a segurança das competições esportivas, destacaram o apoio irrestrito dos familiares para o sucesso nas missões.
Para o capitão Arthur, 35 anos, a presença da PMSE nas Olimpíadas foi importante para reforçar o policiamento nos jogos. “Atuamos na segurança das instalações, dos atletas, dos próprios policiais, bem como dos espectadores. Foi uma experiência muito gratificante poder compartilhar esse momento tão importante para a história do país e ao mesmo tempo conhecer outras culturas e outros colegas”, avaliou o oficial, que atuou no setor dos esportes de rua, dentre eles maratonas, triátlons e ciclismo.
O Capitão Rogério Prado, 42 anos, lotado no Comando do Policiamento Militar do Interior (CPMI), também destacou a troca de experiências a partir do trabalho conjunto com profissionais dos diversos estados da Federação. “Estamos falando do maior evento mundial, as Olimpíadas e Paralimpíadas. Um evento realmente diferenciado, em quantitativo de pessoas e com uma logística grandiosa. Quanto à experiência profissional, trouxemos como principal legado essa interação entre as instituições, o trabalho em conjunto com o Exército, Corpo de Bombeiros local, Polícia Federal a ABIN [Agência Brasileira de Inteligência]. Todas as forças tiveram a constatação de que, uma vez que todas se irmanem buscando um objetivo, todas saem fortalecidas”, concluiu.
Com o sentimento de dever cumprido, o cabo Carlos César, 37 anos, relatou que o trabalho foi intenso, porém gratificante. “Trabalhamos exaustivamente, mas valeu a pena. Éramos parados para fotografar com turistas e recebíamos agradecimentos pelo trabalho desenvolvido durante todo o evento. O maior legado, sem dúvida, foi trabalhar com pessoas de vários estados e culturas. Considero de vital importância o papel da Força Nacional e o apoio das outras forças armadas, como o Exército e a própria polícia do Rio de Janeiro, foi fundamental para o sucesso do esquema de segurança dos jogos”, destacou.
Fonte e foto ascom PM
