Aracaju, 22 de julho de 2026

Aracaju, 30 de maio de 2026

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Sérgio Monte Alegre é o novo “alvo” da campanha de Edvaldo!

No momento em que a população aracajuana está tão desgostosa com a classe política, quando muitas pessoas demonstram não acreditar nos candidatos a prefeito e até especulam votar em branco ou anular o voto no próximo domingo (30), eis que a campanha de Edvaldo Nogueira (PCdoB) se supera mais uma vez: escolheu como alvo principal de ataques o procurador do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), José Sérgio Monte Alegre. Tudo por conta de seu parecer pela rejeição das contas da gestão do comunista, enquanto prefeito, sobre o exercício de 2011. No relatório, Monte Alegre baseia-a na aplicação de percentual inferior ao mínimo exigido em Saúde. A medida serviu como um “estopim” para que a campanha do PCdoB passasse a fazer duras críticas ao magistrado.

Para a imprensa, a assessoria de Edvaldo Nogueira diz que o procurador “chega a faltar com a verdade, quando diz que as contas de Edvaldo Nogueira, referentes a 2009, não foram apreciadas pelo Tribunal de Contas do Estado”. É verdade! Mas o que a assessoria de Edvaldo não percebeu é que o relatório do procurador de Contas do TCE, não se refere a 2009, mas sim ao exercício de 2011, que sequer foi apreciado pelo Tribunal. “Lamento e repudio que o procurador Sérgio Monte Alegre esteja agindo de forma política-eleitoreira para tentar me prejudicar se colocando, inclusive, contrário, ao relatório da 6ª CCI (Coordenadoria de Controle e Inspeção) do Tribunal de Contas do Estado, que concluiu pela regularidade das minhas contas e que foram observados os princípios da legitimidade, razoabilidade e da proporcionalidade”, ataca o candidato do PCdoB.

Não satisfeito, Edvaldo prosseguiu dizendo que “a divulgação desta calúnia a quatro dias da eleição parte de uma pessoa que já se declarou, inclusive, através das redes sociais, contrária à minha candidatura. É a aliança de Valadares Filho com João Alves Filho que tornou possível a entrada de um procurador na disputa eleitoral. Tudo isso é resultado do desespero do meu adversário, após cair a máscara daquele que se apresentava como o novo e que, na verdade, não passa de um serviçal da velha política. Quero reafirmar meu compromisso com o povo aracajuano. Fui um gestor ético, respeitei a lei, não respondo a qualquer processo de corrupção. De modo que isto não passa de mais um factoide de campanha, mas eu sei que os aracajuanos não se deixarão enganar”, encerra a nota o candidato.

Agora este colunista chama a atenção para outro aspecto: ao tentar se defender, Edvaldo Nogueira visivelmente politiza o comportamento do procurador de Contas, inclusive seu julgamento técnico, chegando a insinuar que ele estaria a serviço da candidatura de Valadares Filho, com o objetivo único de prejudicar a campanha do PCdoB em Aracaju. Na nota, para atacar o candidato do PSB, Edvaldo chega a insinuar uma aliança com o prefeito João Alves e, por tabela, o apoio do Procurador de Contas do TCE. Uma acusação infunda, sem provas e completamente leviana! É evidente que a decisão de Sérgio Monte Alegre tem reflexos na campanha eleitoral vigente, mas sua postura técnica, no TCE, é conhecida e respeitada há anos. Querer macular a imagem do magistrado por conta de um parecer pela rejeição de contas de uma gestão municipal é um pouco demais!

Será mesmo que no ápice de sua carreira, Sérgio Monte Alegre se submeteria a politizar seus julgamentos? Será que após tantos anos de TCE ele não só está lá para atender interesses políticos? E entrando na “linha” de Edvaldo Nogueira: se Monte Alegre tem uma relação próxima de João Alves Filho, como se insinuou na nota, por que essa semana o próprio protocolou no Tribunal de Contas um pedido de bloqueio das contas da Prefeitura de Aracaju, do atual prefeito do DEM, até garantir o pagamento dos salários de todos os servidores que estão em atraso? Pelo entendimento de Edvaldo, a quem Monte Alegre estaria “beneficiando” proibindo o prefeito de realizar despesas com obras, fornecedores e/ou prestadores de serviços?

Edvaldo Nogueira tem todo o direito de disputar, de tentar voltar à Prefeitura de Aracaju, mas não pode fazer disso uma espécie de “vale-tudo eleitoral”! É preciso atuar politicamente, confrontar seu adversário de todas as formas possíveis e legais, mas saber separar as coisas! É evidente que o relatório do procurador do TCE, nesta reta final de campanha incomoda, mas pelo histórico de José Sérgio Monte Alegre era preciso, ao menos, usar o bom senso, o equilíbrio. Até porque as contas de Edvaldo nem foram julgadas ainda. Agredir um procurador como foi feito, desrespeitar sua lisura como homem público apenas por um parecer contrário? Soa até como uma atitude desesperada! Escolher Monte Alegre como “alvo” da campanha é, definitivamente, uma “bola fora” da campanha do PCdoB e, justamente, no momento mais importante e decisivo da campanha.

Valadares Filho I

A polêmica também repercutiu junto à oposição. O candidato Valadares Filho recebeu com extrema preocupação e até indignação as informações do TCE sobre a gestão do ex-prefeito Edvaldo Nogueira. “Os dados divulgados pelo relatório do Tribunal de Contas, através do procurador Sérgio Monte Alegre, são preocupantes. Estarrecedores, eu diria”.

Valadares Filho II

“Passam a devida noção de um homem público sem o mínimo cuidado com a coisa coletiva. Revelam abuso e falta de rigor com as duas áreas mais carentes na administração pública, que são a Educação e a Saúde”, disse Valadares Filho, acrescentando que “para mim, o relatório do Tribunal de Contas derruba de uma vez por todas a falsa máscara do bom gestor que meu oponente tentou vestir nesta campanha de prefeito”, provocou o candidato do PSB.

Veja essa!

Ainda sobre a polêmica envolvendo o relatório das contas da gestão de Edvaldo Nogueira em 2011, este colunista obteve informações junto ao TCE que o processo já seguiu em tramitação para o gabinete da relatora, conselheira Angélica Guimarães.

E essa!

Crítico de algumas posições do Ministério Público e do TCE, este colunista tem que reconhecer o trabalho da Operação em conjunto para acompanhar o final das gestões municipais em 2016. Tem muito prefeito eleito que vai assumir a prefeitura e não tem noção das dificuldades que terá pela frente. Quanto mais transparência, ganha a sociedade de uma forma geral.

Comissionados

A teoria de que o cargo comissionado não é técnico e sim uma indicação política está incomodando muita gente. São fortes as reclamações, nos bastidores, de comissionados insatisfeitos com o governo do Estado porque estão sendo “convidados” a participar de movimentos políticos na capital. Até a eleição de domingo (30), haja bandeira para a turma segurar…

Estão dentro

Depois de Pedrinho Barreto (PR), agora o Sargento Vieira (PDT) é outro suplente de vereador que está sendo beneficiado com a decisão judicial para preencher as cadeiras vagas na Câmara Municipal de Aracaju. No momento, 10 vereadores estão afastados de suas funções na CMA até as investigações da Operação Indenizar-se.

Pressão

Havia uma pressão para que o número de vereadores no plenário da Câmara Municipal fosse restabelecido: ou convocando os suplentes ou permitindo o retorno dos parlamentares isolados. É que com o quórum atual, fica complicada a apreciação e a votação de temas polêmicos. Dentre eles o Orçamento para o exercício de 2017, para o novo prefeito de Aracaju.

Fábio Mitidieri

A regulamentação da vaquejada foi tema de um debate polêmico na Câmara dos Deputados em Brasília. A audiência pública foi realizada após solicitação do deputado Fábio Mitidieri (PSD), por meio de requerimento apresentado à Comissão de Esporte (CESPO), em conjunto com outros convites de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Sustentável (CMADS).

Vaquejada

Mitidieri, que é coautor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 270/16, que assegura a prática da vaquejada, destacou a importância da atividade para a cultura nordestina e para a geração de emprego e renda nos estados em que a vaquejada é uma tradição. Ele declarou ainda, que regras já foram estabelecidas para evitar maus-tratos aos animais durante os eventos.

Benefícios

“A vaquejada é uma atividade esportiva que injeta mais de R$ 600 milhões na economia nordestina, gera 600 mil empregos indiretos e mais de 130 mil diretos. São envolvidos nessa atividade os fabricantes de celas, os tratadores dos animais, confecções de brindes, dentre outros profissionais. São várias pessoas envolvidas nos bastidores, muitos pais de família que tiram os seus sustentos desse esporte secular que é a vaquejada. Além disso, hoje já se utiliza protetor de cauda (rabo artificial) no animal”.

Cuidados garantidos

“O boi só corre uma vez por vaquejada ou seja; se houver 100 corridas, serão utilizados 100 bois por evento e os vaqueiros utilizam luvas sem objetos cortantes ou pontiagudos, a área onde o animal é derrubado existe o colchão de areia com no mínimo 50 centímetros. Vale ressaltar ainda, que os animais recebem alimentação adequada, cuidados de veterinários e além disso, depois da apresentação recebem água açucarada para repor as energias”, explicou Mitidieri.

Maria do Carmo I

Ao destacar a importância e a necessidade da Criação de um Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens, a senadora licenciada Maria do Carmo Alves (DEM) lamentou que, a cada ano, cerca de 30 mil jovens sejam assassinados no Brasil. “É um número duro. É inadmissível que essa matança continue ocorrendo em pleno século XXI. Esse plano de enfrentamento, que deve ser votado pelo Senado, sem dúvida, será um instrumento de grande alcance social”, afirmou.

Maria do Carmo II

Para a senadora, o mais alarmante de tudo é saber que a maioria desses assassinatos é praticada contra jovens da periferia, grande parte, negra e que, muitas vezes, diante da miséria em que estão inseridos, acabam entrando para o submundo das drogas. “É necessário se pensar e adotar políticas públicas específicas para atender a esses jovens, especialmente, os negros e pobres que vivem em áreas de risco”, defendeu Maria.

CRÍTICAS E SUGESTÕES

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