Em Sergipe, a pouca significância das chuvas registradas no mês de novembro contribuiu para o agravamento na severidade da seca em todo o Estado, a exemplo da expansão (para leste) das áreas S3 (seca Extrema) e S4 (seca Excepcional). Com isso, a estreita faixa de seca Grave (S2), identificada nos meses anteriores, deixou de existir, sendo substituída pela seca de intensidade Extrema (S3). Em relação aos impactos, estes ainda se mantiveram de curto prazo (C), na faixa da zona da mata e litoral e, de curto e longo prazo (CL), nas demais áreas do Estado.
Estágios de Seca
Seca Fraca: Entrando em seca: veranico de curto prazo diminuindo plantio, crescimento de culturas ou pastagem. Saindo de seca: alguns déficits hídricos prolongados, pastagens ou culturas não completamente recuperadas.
Seca Moderada: Alguns danos às culturas, pastagens; córregos, reservatórios ou poços com níveis baixos, algumas faltas de água em desenvolvimento ou iminentes; restrições voluntárias de uso de água solicitadas.
Seca Grave: Perdas de cultura ou pastagens prováveis; escassez de água comuns; restrições de água impostas.
Seca Extrema: Grandes perdas de culturas / pastagem; escassez de água generalizada ou restrições
Seca Excepcional: Perdas de cultura / pastagem excepcionais e generalizadas; escassez de água nos reservatórios, córregos e poços de água, criando situações de emergência.
Estágios de seca, ou categorias, as quais definem a intensidade de seca no mapa do Monitor. Fonte: Adaptado do National Drought Mitigation Center, Lincoln, Nebraska, U.S.
Para mais informações consultar monitordesecas.ana.gov.br/
Mapa validado para novembro/2016.
(Fonte: Monitor de Secas)
Por: Ailton Francisco da Rocha
