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Aracaju, 30 de maio de 2026

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O País parou de vez! Governo apenas foca no impeachment e Dilma perdeu de vez a condição de continuar no Poder!

Habacuque Villacorte

O País parou de vez! Governo apenas foca no impeachment e Dilma perdeu de vez a condição de continuar no Poder!
Ganha cada vez mais força um consenso geral de que a presidente Dilma Rousseff (PT) já não reúne mais condições de continuar a frente do País. Vivemos sob uma profunda crise política e econômica, mas acima de tudo, a petista sofre com uma crise ética de grandes proporções. O País parou! É essa a constatação de Politizando! O governo está completamente empenhado no processo de impeachment contra a presidente da República e não se produz mais nada! São apenas articulações e mais articulações para garantir a permanência dela no Poder até o final do exercício do mandato. Enquanto isso, Estados e Municípios sofrem, mês a mês, com os efeitos da crise que atingiram em cheio a economia do País.

O governo nega essa “paradeira” institucional, mas nós que moramos nos Estados e nos Municípios sentimos a ausência de investimentos, da presença do governo federal dando suporte em empreendimentos. Aqui em Sergipe, por exemplo, algumas obras federais se arrastam há anos. Em Aracaju, o município sofre com a construção de uma Maternidade Pública que tem um aporte de investimentos federais que parecem não chegar nunca! E com o “governo parado”, nossa economia continua fragilizada, a inflação segue alta, os juros massacram os assalariados e muitos trabalhadores estão reencontrando o “fantasma” do desemprego.

Enquanto isso, em Brasília, temos o “vale-tudo eleitoral”, onde a presidente e o governo federam instalaram uma espécie de “balcão de negócios”, estipulando relações comerciais com deputados federais e partidos políticos, oferecendo cargos, liberação de emendas e até Ministérios em troca do Poder, ou melhor, da continuidade, do voto contrário ao impeachment. É uma espécie de movimento nacional, onde até os governadores que são contrários a saída da presidente estão pressionando seus aliados, membros das bancadas federais de seus respectivos Estados. Quem for contrário a este posicionamento, estará fadado ao rompimento…

A permanência de Dilma Rousseff na presidência da República pode ser para muitos a preservação da vontade democrática e soberana das urnas, mas pelo “mar de lama” em que o governo dela está inserido, juntamente com o Partido dos Trabalhadores, pelo bem do País, pela preservação das instituições, como a Polícia Federal e o Ministério Público, a saída dela é mais do que necessária. Caso contrário, dificilmente recolocaremos o País “no eixo”! Numa prova de desapego ao Poder e numa demonstração de compromisso com o desenvolvimento do Brasil, a própria Dilma Rousseff já deveria ter feito essa reflexão. Deveria rever o conceito formado de que não vai renunciar em hipótese alguma.

Milhões de brasileiros estão sofrendo com o desemprego crescente, com a inflação sobre os preços dos produtos. Tudo está mais caro e a renda do trabalhador está cada vez mais encolhida. Estamos pagando uma conta que não é nossa, estamos pagando o “pato” da roubalheira na Petrobras. O desespero já começa a assustar as famílias. Não circula mais dinheiro no mercado, a indústria pouco produz no País e o comércio de varejo a cada dia se aproxima da falência. A economia estagnou e os investidores internacionais estão desconfiados com o Brasil.

É preciso que a presidente avalie isso, antes que os transtornos, sobretudo para os mais pobres, sejam ainda maiores. O poder é bom, mas vicia. Democracia é você governar sim, é verdade, mas respeitando as garantias da coletividade. A permanência de Dilma Rousseff não trará nenhuma mudança do ponto de vista administrativo para o País. Muito pelo contrário! Leiloando cargos e Ministérios, como ela está fazendo com parlamentares e partidos políticos, teremos a frente de órgãos públicos, “apadrinhados do Poder”, gente com pouca qualificação profissional, gente que pode colocar em risco o pouquinho da credibilidade que ainda temos lá fora. É preciso parar de pensar com paixão, de situação ou de oposição. É preciso pensar mais no Brasil!

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