Aracaju, 27 de junho de 2026

Aracaju, 30 de abril de 2026

Search

Banese reforça compromisso com a diversidade e celebra Mês do Orgulho LGBTQIAPN+

MÊS DO ORGULHO LGBT+ NO BANESE_FOTO ARTHUR SOARES

O Banese reafirmou, neste mês de junho, o compromisso com a diversidade e a inclusão ao promover uma programação especial em celebração ao Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ para os funcionários. As atividades foram realizadas no Centro Administrativo Banese (CAB), em Aracaju, e transmitidas de maneira online e simultânea para todas as agências no estado, e integram uma política permanente da instituição voltada à construção de um ambiente de trabalho cada vez mais plural, acolhedor e representativo da sociedade, e para ela.

O último ciclo de debates foi realizado na manhã desta sexta-feira, 26, sobre “Respeito, cidadania e inclusão – direitos das pessoas LGBT”, com a participação do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (TRT-20) em Sergipe, Thenisson Dória; e da vice-presidente da ONG Associação de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (ASTRA), Maria Eduarda Marques. A mediação foi da baneseana e integrante do Codei, Ísis Furtado. Também houve pocket show com a cantora Chevie, e esquete teatral do Coletivo Cênico, que abordou o que é ser um aliado da causa LGBT+.

“Esse evento é de uma importância ímpar, porque demonstra que no Banese o ambiente de trabalho privilegia toda uma diversidade, privilegia a cidadania e a dignidade das pessoas LGBT+, e isso possibilita uma maior produtividade na instituição, e sobretudo, evita-se o adoecimento ao permitir a saudável inclusão. Nada melhor para o trabalhador e trabalhadora estar em um ambiente considerado saudável. O ser humano tem que ser respeitado na essência, na legitimidade de cada um”, declarou o desembargador.

Durante a fala, Dr. Thenisson Dória discorreu sobre os avanços do poder judiciário em relação aos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, sobre a ausência dessa população no mercado de trabalho, e sobre como combater preconceito e discriminação. Para a vice-presidente da Astra, participar de um debate sobre a comunidade LGBT+ dentro do Banese, especialmente em um ano emblemático para a ONG e para a parada LGBT de Sergipe, que completarão 25 anos de existência, é algo a ser celebrado.

“Me senti honrada por ter participado de um momento riquíssimo como esse, em que debatemos questões sobre orientação sexual, identidade de gênero e respeito ao ser humano como um todo. Sabemos que o Banese possui os núcleos de diversidade, o que nos deixa bastante feliz, mas é importante replicar cada vez mais essas questões, principalmente as que tratam do combate ao preconceito e à LGBTQIAPN+fobia, porque a sociedade, como um todo, é quem sai ganhando”, salientou Maria Eduarda Marques.

Mês do Orgulho no Banese

A programação interna do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ deste ano foi construída pelos integrantes do Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão do Banese (Codei/Banese) fortalecendo o protagonismo e a representatividade dentro da Instituição. Entre as atividades realizadas estiveram mesas-redondas sobre inclusão, cidadania e direitos das pessoas LGBT+, além de apresentações culturais.

“Infelizmente, a gente vê todos os dias um sofrimento que, na verdade, não deveria existir. Por isso fiquei muito feliz com o convite feito pelo Banese para participar da roda de conversa sobre diversidade e inclusão. É importante que eventos desse tipo aconteçam, para que a gente possa falar sobre a comunidade LGBT+, sobre não discriminação e sobre a inclusão de todas as pessoas em todos os ambientes e instituições”, comentou a coordenadora do Mães pela Diversidade em Sergipe, Alessandra Tavares, que integrou a mesa-redonda “O papel dos aliados na construção de ambientes mais inclusivos”.

Para o baneseano, membro do Codei e do coletivo Gente+, Lauro Roberto de Jesus Rosa, que atuou como mediador da primeira mesa redonda do Mês do Orgulho, o Banese vive um momento significativo de transformação em relação à diversidade e à inclusão. Segundo ele, a criação do Comitê de Diversidade e a realização de eventos voltados à pauta LGBTQIAPN+ demonstram o compromisso da instituição com a construção de um ambiente mais acolhedor.

“Temos uma diretoria executiva que é aliada, que conhece essas questões e entende a importância desse debate. Temos lideranças que apoiam uma cultura mais diversa e respeitosa. E, pessoalmente, também sinto isso no meu dia a dia. Faço parte de uma equipe diversa, que me acolhe e me dá segurança para trabalhar sendo exatamente quem eu sou. Então, quando penso no presente, penso nesse processo de construção. Ainda existe muito caminho pela frente, mas hoje já é possível enxergar mudança, diálogo e pertencimento acontecendo de verdade”, declarou Lauro Roberto.

Diversidade está no DNA do Banese

De acordo com a superintendente de Gestão de Pessoas do Banese, Sara Raquel Araújo, a diversidade faz parte da essência da Instituição e está diretamente relacionada ao papel social desempenhado pelo Banco. “O maior ganho de trabalhar a diversidade é fortalecer o respeito. Temos, aliás, uma cartilha que preconiza que as pessoas se respeitem mutuamente, e investimos continuamente em ações de educação e letramento da diversidade para que esse valor esteja presente nas relações entre colegas, e no atendimento aos nossos clientes”, destacou.

Sara Raquel ressaltou, ainda, que a construção de uma cultura inclusiva é um processo permanente, baseado na informação, no diálogo e na conscientização. “A partir da educação sobre temas como gênero, raça, religiosidade e orientação sexual, conseguimos fortalecer relações mais respeitosas e humanas dentro da organização”, afirmou.

Na vanguarda

A trajetória do banco na promoção da diversidade começou em 2021, antes mesmo das regulamentações mais recentes sobre o tema, com a criação de iniciativas voltadas ao bem-estar, à saúde e à valorização das diferenças. Desde então, o trabalho evoluiu, especialmente com a criação e estruturação do Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão (Codei), formado por empregados que representam diferentes grupos e causas.

O reconhecimento desse trabalho ultrapassa as divisas de Sergipe. Em 2024, levantamento realizado pelo Centro de Estudos de Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Folha de S.Paulo, deu ao Banese a liderança do ranking nacional de diversidade entre empresas do setor financeiro e de tecnologia com até 4.999 funcionários. O estudo considerou as companhias de capital aberto com maior participação feminina e de pessoas pretas, pardas e indígenas do país em cargos de média liderança, diretoria, e conselhos de administração e fiscal.

Ascom Grupo Banese

Leia também