O Festival Estanciano de Quadrilhas Juninas 2026, realizado como parte da programação oficial do São João da cidade, consolidou o retorno do tradicional concurso junino. O evento, realizado no Espaço Arraiá Tina Pepe, reuniu oito grupos oriundos de diferentes municípios sergipanos: Forró do Milho, de Rosário do Catete; Rala Rala, de Maruim; Acenda a Fogueira e Todos em Asa Branca, de Estância; Raio da Silibrina, de Lagarto; Retirantes do Sertão, de Frei Paulo; Unidos em Asa Branca, de Aracaju; e Balanço do Nordeste, de Umbaúba. As apresentações foram marcadas pela inovação cênica, figurinos contemporâneos e coreografias de elevado nível técnico.
A competição foi pautada pelo Edital nº 015/2026, que estabeleceu critérios rigorosos para a avaliação das quadrilhas. Os jurados analisaram sete quesitos fundamentais: Coreografia, Desenvolvimento do Tema, Casamento, Figurino, Marcador, Trilha Musical.
Classificação e pontuação
A classificação final dos grupos participantes foi a seguinte: a quadrilha Raio da Silibrina conquistou o primeiro lugar com 238,7 pontos; a Unidos em Asa Branca alcançou a segunda colocação, com 235,5 pontos; e a Balanço do Nordeste garantiu o terceiro lugar, somando 233,3 pontos. Na sequência, a quadrilha Forró do Milho obteve 227,5 pontos, seguida pela Rala Rala, com 219,8 pontos; Todos em Asa Branca, com 206,1 pontos; e Acenda a Fogueira, com 191,8 pontos. Já a Retirantes do Sertão não compareceu à competição e, por esse motivo, registrou pontuação zero.
Os três primeiros colocados foram contemplados com troféus e premiações em dinheiro. A campeã recebeu R$ 5.000,00; a segunda colocada foi premiada com R$ 3.000,00; e a terceira colocada recebeu R$ 2.000,00.
Além da competição, a noite foi marcada por manifestações culturais tradicionais na Praça Barão do Rio Branco, entre elas a soltura de espadas e a corrida do barco de fogo, expressões que integram o rico patrimônio cultural estanciano.
A programação festiva do São João 2026 de Estância prossegue no Arraiá Tina Pepe até o final do mês, mantendo viva uma das mais importantes tradições populares do município.
Dessa forma, a origem de todas as quadrilhas fica registrada logo na abertura da matéria, sem sobrecarregar o trecho da classificação e preservando a fluidez do texto. É o formato mais utilizado em reportagens culturais e institucionais.
Por Genilson Maximo – Fonte: SECOM
