Aracaju, 23 de setembro de 2021

Novo ato dos professores cobra abertura de diálogo da prefeitura de Aracaju (Foto: Assessoria)

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Por: Andréa Moura

Na manhã desta quinta-feira, dia 18 de fevereiro, os professores da rede pública municipal de ensino fizeram novo ato em frente ao Centro Administrativo da prefeitura da capital, o segundo desta semana, para cobrar da gestão municipal a abertura de diálogo para a negociação da pauta de reivindicação da categoria. O primeiro ato foi realizado na segunda-feira, dia 15 de fevereiro, quando a comissão de negociação foi recebida pela secretária municipal de Governo, Marlene Calumby, que se comprometeu em marcar uma reunião com as secretarias municipais envolvidas, e informar a data desse encontro até o final da terça-feira, 16 de fevereiro, contato que até o momento não aconteceu.

Por causa disso, os professores efetivos da rede continuam sem ir para as escolas, mantendo a decisão de não começar o ano letivo 2016. O retorno às unidades de ensino e o início oficial das aulas serão definidos na próxima segunda-feira, 22 de fevereiro, as 15h30, quando será realizada nova assembleia geral, na sede do sindicato. Ao contrário do que a Secretaria Municipal da Educação (SEMED) tem informado à imprensa, as escolas municipais não estão funcionando parcialmente. As poucas salas de aula que estão com atividade são as que têm professores contratados, e mesmo assim, com menos da metade do total de alunos matriculados, dados coletados pela comissão de mobilização (composta por professores da rede e dirigentes do SINDIPEMA) que tem visitado diariamente as unidades de ensino.

No ato público realizado na manhã desta quinta-feira, os professores voltaram a dividir com os colegas as angústias sofridas por cada um, diariamente, no cumprimento da profissão. As mazelas vão desde o desempenho de tripla função, pois além de darem aulas também precisam abrir o portão da escola (cuja grande maioria está sem porteiro) ou fazer as vezes de auxiliar administrativo, já que muitas unidades estão sem pessoal administrativo e de apoio, pois os terceirizados também estão se recusando a trabalhar por terem os salários e vale-transporte pagos com atraso.

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