Aracaju, 28 de setembro de 2021

Programa Recicle óleo disponibiliza ecoponto na Sema (Foto: Ascom Sema)

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), com o objetivo de dar destino correto ao óleo saturado (de cozinha), disponibiliza em sua sede, localizada à avenida Pedro Paes Azevedo, nº853, bairro Salgado Filho (antiga Escola Parque), um ecoponto para doação de produto.

A Sema apoia o Programa Recicle Óleo, criado por moradores do bairro Jabotiana, que transforma o óleo de cozinha em sabão. Ao ser descartado incorretamente, como por exemplo, diretamente na pia, além de causar mau cheiro, o óleo saturado causa entupimentos no encanamento residencial e na rede pública de esgoto.

Nos rios, o óleo de cozinha forma uma camada impermeabilizante na superfície, que impede a passagem de luz, comprometendo o oxigênio existente e levando à morte peixes e vegetação aquática. Já no solo, o óleo também causa grande impacto ambiental negativo: ele impermeabiliza o solo contribuindo para ocorrências de enchentes.

Descarte Correto

Após o uso doméstico, é importante separar o óleo de cozinha em um recipiente, como uma garrafa pet, por exemplo, e depositar em um tonel próprio para este fim. Você pode encontrar os toneis apropriados para o descarte na sede da Sema e na sede da Associação dos Moradores do Sol Nascente/JK, situada à Avenida Cezartina Régis, 335, Conjunto Sol Nascente, Bairro Jabotiana, também recolhe este tipo de material.

Mas, você também pode solicitar a Empresa Recigraxe para fazer o recolhimento na sua residência. Basta ligar para o número: 3041-7401. O serviço é gratuito.

Ascom Sema

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on email

Leia também

Samuel decidirá adiar casamento com Zayla em ‘Nos Tempos do Imperador’
Juliette recebe Pabllo Vittar no ‘TVZ’: ‘Fico hipnotizada quando olho pra ela!’
Larissa Manoela sai do mar de maiô cavado e ganha curtida de affair
Aos prantos, Luisa Mell relembra violência médica: “Não quero viver assim”