Aracaju, 27 de setembro de 2021

Reunião debate fluxo de acompanhamento às famílias de crianças com microcefalia

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Na oportunidade, serão apresentadas e debatidas as ações adotadas pela Seidh e pela SES, no âmbito da Sala de Situação Estadual de prevenção e combate ao Aedes aegypti

Para apresentar o fluxo de acompanhamento às famílias de crianças com microcefalia, a Secretaria de Estado da Mulher, da Inclusão e Assistência Social, do Trabalho e dos Direitos Humanos (Seidh) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizam, nesta terça e quarta-feira, 26 e 27, às 8h30, reunião com os secretários municipais de Assistência Social; coordenadores dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência de Atendimento à Mulher em situação de Violência (CREAMS) dos municípios sergipanos.

Na oportunidade, serão apresentadas e debatidas as ações adotadas pela Seidh e pela SES, no âmbito da Sala de Situação Estadual de prevenção e combate ao Aedes aegypti. A portaria n º 1.813/GM/MS, de 11 de novembro de 2015, que declara Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) por alteração do padrão de ocorrência de microcefalias no Brasil, estabelece o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (Coes) como mecanismo de gestão nacional coordenada da resposta à emergência no âmbito nacional.

No enfrentamento ao mosquito e atenção às famílias com casos de microcefalia, a Instrução Operacional Conjunta nº 01/SNAS/MDS e SAS/MS, de fevereiro de 2016, estabelece procedimentos e rotinas conjuntas de atenção às famílias no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e do Sistema Único de Saúde (SUS). Já a Instrução Operacional Conjunta nº 02/SNAS/MDS e SAS/MS, de 31 de março de 2016, reforça orientações quanto à identificação, busca ativa, transporte, definição diagnóstica, acolhida, cuidado e proteção social das crianças e suas famílias.

De acordo com a coordenadora de Inclusão e Assistência da Seidh, Aída Almeida, é necessário esclarecer os casos suspeitos de microcefalia notificados em investigação e garantir o acesso assistencial a exames, consultas e tratamentos especializados, bem como realizar o acompanhamento do desenvolvimento e crescimento da Atenção Básica à Saúde. “A expectativa é assegurar um diagnóstico definitivo e atenção humanizada e continuada do cuidado em saúde e assistência social adequados às necessidades de cada criança e sua família”, explica Aída.

Fonte: SES

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