Aracaju, 25 de setembro de 2021

Política de acesso à terra beneficia mais 17 famílias (Foto Ascom Seagri)

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O Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) aprovou nesta terça-feira, 26, a aquisição de mais três propriedades para assentamento de 17 famílias de agricultores, por meio do Programa de Crédito Fundiário. O conselho é coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e conta com a participação de quase trinta outras instituições, entre elas órgãos estaduais, federais, de representação dos agricultures, quilombolas, pescadores e cooperativos.

As propriedades aprovadas no Conselho para aquisição são: Fazenda Morgana, no município de Estância, Fazenda Cangaleixo, em Gararu, e Fazenda Sítio Mundo Novo, em Porto da Folha. Juntas elas formam uma área de 204,76 hectares que serão divididas entre as 17 famílias de agricultores. Para este benefício, serão investidos o equivalente a R$ 990.035,47 do Programa de Crédito Fundiário realizado em parceria pelos governos Estadual e Federal.

O detalhamento das propriedades foi apresentado aos conselheiros pelo técnico do governo estadual, Alceu Oliveira Diniz. Ele relatou que as três propriedades adquiridas possuem topografia plana, com leves ondulações, energia elétrica e acesso a água através de tanques ou nascentes. Elas estão aptas para agricultura e pecuária de pequeno porte. Disse ainda que, todas as propriedades têm licença simplificada emitida pela Adema e estão com suas áreas de reserva devidamente delimitadas. Cada família de agricultor passará a ser proprietária de uma área equivalente a, em média, 10,10 hectares ou 33,39 tarefas.

O secretário de estado da Agricultura, Esmeraldo Leal, disse que o Programa de Crédito Fundiário tem contribuído muito para que agricultores familiares tenham acesso à terra. No ano passado, segundo o secretário, foram investidos R$ 8,49 milhões que permitiram beneficiar 112 famílias com uma área de 1.571 hectares.

“Além dos recursos para compra da propriedade, o agricultor ou agricultora recebe dinheiro para os primeiros benefícios na propriedade como construção de cerca, limpeza do terreno, compra de pequenos animais e, em alguns casos, até construção de casas. O projeto prevê também assistência técnica para os primeiros três anos de implementação da atividade econômica”, disse o secretário.

Fonte: assessoria

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