Aracaju, 19 de setembro de 2021

EDUARDO AMORIM APONTA INÉRCIA E FALHAS DO GOVERNO

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O serviço de saúde pública dos sergipanos voltou à pauta do Plenário do Senado Federal na tarde da quarta-feira (27). O senador Eduardo Amorim (PSC-SE) reclamou “a inércia” nas obras do Hospital do Câncer. Para ele, “estão tratando com descaso a saúde. Sabemos que o câncer é uma das doenças que mais afeta o povo brasileiro”.

Com a ineficiência já comprovada dos serviços de oncologia em boa parte das cidades brasileira, Eduardo citou que são poucos os hospitais e unidades que atendem a população a contendo e de maneira digna. “Ciente desta situação, por ter trabalhado diretamente com esses pacientes, entendo a necessidade da construção de um hospital especializado”, explicou.

Segundo o parlamentar, o projeto se realizado terá 30 leitos para internação infantil e 120 leitos para internação de adultos, além de 10 leitos de UTI para os adultos e 10 para crianças. “O governo de Sergipe, mesmo dispondo dos recursos necessários, não fez a construção”, disse ao relatar que por meio do seu gabinete, em Brasília, foram destinados R$ 180 milhões. “Valor suficiente para construir dois hospitais”.

Perdidos

Eduardo Amorim explicou que foram empenhados R$ 32, 7 milhões e foram perdidos R$ 110 milhões. Ele colocou a responsabilidade no governo. “O atual governo jogou pelo ralo mais de R$ 100 milhões”.

Dados

Por referência a esses dados negativos do governo, o senador comunicou uma estimativa para 2016 do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Segundo a pesquisa, 2.760 homens morrerão de câncer em Sergipe, enquanto 2.960 mulheres serão vítimas fatais desta doença. O senador, também, mostrou capa do Jornal da Cidade que trouxe a manchete de capa “Obras do Hospital do Câncer estão paradas”.

A matéria denuncia que a obra estava prevista para ser entregue até o final deste ano, está parada há anos. “No local não há qualquer sinal de que a construção será retomada”, diz trecho da reportagem. Além disso, o Tribunal de Contas da União, identificou irregularidades.

O TCU identificou estimativa de preços excessivos em relação ao mercado e informou o fato à Caixa, ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Estado da Infraestrutura para correção durante a revisão do orçamento da obra.

O senador qualificou a situação como um “espetáculo da politicagem” quando, segundo ele, propositalmente, o governo atrasou o início da obra do hospital e do estelionato eleitoral em 24 de janeiro de 2014. “Colocou máquinas para fazer de conta que a obra sairia do papel”, finalizou Eduardo.

Assessoria de Imprensa

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