Aracaju, 26 de setembro de 2021

Audiência Pública determina criação de Comissão para sanar impasse (Foto: Assessoria)

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Com a participação do prefeito e vice-prefeito de Simão Dias, Marival Santana e Aloisio Viana, respectivamente, da Assistente Social da Amo, Leila Carla, o secretário de Saúde do Município, Lenivaldo Nunes, representante do Ministério da Saúde, Geofrâncio de Jesus, da UFS, secretários, vereadores e representantes da comunidade em geral, num total de cerca de 300 pessoas, o Conselho Estadual de Saúde (CES), realizou na última sexta-feira, 29, naquele município, a 191ª Reunião Ordinária e a 1ª Reunião Itinerante do CES.

A Audiência Pública que foi conduzida pelo vice-presidente do CES, Eduardo Ramos, teve como objetivo principal debater a questão da saúde publica daquele município, os seus aspectos financeiros e administrativos, como também buscar alternativas para o impasse entre a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o Hospital.

Durante a Audiência, o diretor da UPA, Pedro Henrique, expôs a real situação da Unidade de Saúde e as suas dificuldades financeiras, principalmente com relação ao repasses, que segundo ele, gira em torno de R$ 179 mil/mês, contra uma despesa mês de cerca de R$ 350 mil.

Desse total, R$ 100 mil são recursos da União, R$ 70 do Estado e R$ 9 mil do município, perfazendo um total de R$ 179 mil/mês.

Henrique disse que as despesas do hospital giram em torno de R$ 350 mil/mês com uma media de atendimento de cerca de 100 pacientes/dia. “O que queremos não é dinheiro, mas condições para que possamos deixar o hospital funcionando”, frisou.

O secretário de Saúde disse que o município cumpre o que foi acordo com o Ministério Público e que a UPA sempre é avisada do repasse. Na oportunidade lamentou o débito do hospital que segundo ele, é de mais de R$ 300 mil e que precisa ser sanado. “O que se quer é que se chegue a uma solução para que se tenha um melhor atendimento para a população”.

“Se constrói saúde publica em nosso país de supetão, sem se verificar a necessidade da população”, disse Geofrâncio de Jesus, representante do MS, lamentando que no município se tenha transformado um hospital em uma UPA.

Jesus sugeriu a criação de uma Comissão com representantes do Executivo, Legislativo, dos Conselhos e a sociedade civil organizada, para buscar uma solução para o impasse.

Ao final da Audiência, Eduardo alertou da proibição de funcionamento do centro cirúrgico e da maternidade dentro da UPA. “O funcionamento do centro cirúrgico e da maternidade dentro da UPA fere o que determinada a portaria número do Ministério da Saúde.

Ascom/CES

 

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