Aracaju, 17 de setembro de 2021

MNSL recebe representantes do Bom Samaritano e do MS (Foto: ascom SES)

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A iniciativa tem como objetivo realizar uma avaliação dos indicadores assistenciais da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da unidade

Nestes últimos dois dias, 5 e 6, representantes do Hospital Bom Samaritano, de São Paulo, e do Ministério da Saúde (MS), estiveram reunidos com o corpo diretivo da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), com o objetivo de realizar uma avaliação dos indicadores assistenciais da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin).

A ação atende a um acordo estabelecido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Fundação Hospitalar da Saúde (FHS), a unidade paulista e o Ministério, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proad/SUS) para hospitais de excelência pelo Brasil.

Ao todo, 14 hospitais brasileiros participam da iniciativa. “Na primeira fase, realizamos oficina de indicadores hospitalares para gestores da área ligados a UTI, com a finalidade de sinalizar conceitos para passar a utilizar o sistema Epimede (usado pelo Ministério da Saúde para cadastrar os indicadores da Utin)”, revela a consultora do MS e do Bom Samaritano, Silvia Frota.

O projeto acontece durante um triênio, período em que o MS e o Hospital Bom Samaritano avaliam os indicadores. “A ação é benéfica, pois conseguiremos dar uma melhor visão aos indicadores de qualidade coletados. Essa medida também qualifica, ainda mais, as equipes, e colabora com o fortalecimento da assistência”, explica a gerente da Utin da MNSL, Monique Daniela Cabral.

Alguns indicadores na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal já realizados na MNSL são: índice de permanência na Utin, taxa de ocupação, taxa de prematuridade e média de atendimento na Utin. “Outros indicadores, como lesões de pele, passarão a ser cadastrados pela MNSL após indicação dos consultores. Os representantes estão dando o caminho de como colher e avaliar os dados, visando sempre a melhoria da qualidade da assistência ofertada ao paciente”, ressalta Monique Daniela.

Fonte: SES

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