Aracaju, 23 de julho de 2021

Serviço de Remoção Inter-hospitalar Assistida completa três anos (Foto ascom SES)

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O serviço já realizou 34.657 atendimentos, desde a sua implantação.

O Serviço de Remoção Inter-hospitalar Assistida (SRIHA) chega ao terceiro ano de atuação em Sergipe. Gerido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Hospitalar de Sergipe (FHS), o serviço já realizou 34.657 atendimentos, desde a sua implantação.

Destinado às remoções inter-hospitalares, o serviço atende as unidades assistenciais vinculadas à FHS, além de atuar em casos de remoção de pacientes entre a Fundação, os prestadores de serviços de saúde, unidades hospitalares da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) do Estado e, também, das altas sociais. Além disso, é responsável pelas logísticas de urgência e transporte de insumos e equipamentos hospitalares.

“O SRIHA tem um importante papel na otimização dos leitos entre os Hospitais Regionais do nosso estado, já que ele é responsável por todo o transporte de pacientes de baixo risco. Fazemos transferências para exames, avaliações de especialidades facilitando e agilizando o diagnóstico e tratamento do paciente”, destaca a coordenadora geral do SRIHA, Maria Luísa Dantas.

Os dados apontam para a ampliação gradativa do número de atendimentos. Em 2014, foram realizados 12.587 atendimentos. Já em 2015, o número subiu para 17.003. Entre os meses de janeiro e abril deste ano, o número de atendimentos chegou a 5.067, divididos entre 2.244 para logística, 105 para alta social, 1.268 para exames, 305 destinados à avaliações e 919 transferências.

O serviço conta hoje com uma equipe composta por 82 funcionários. Dentre eles estão: 06 enfermeiras, 34 técnicos de enfermagem, 30 condutores, 04 profissionais para a área administrativos, 4 telefonistas, 3 gerentes e um coordenadora geral.

De acordo com a coordenadora do SRIHA, Luísa Dantas, há perspectivas de melhorias para a infraestrutura do serviço.  “Temos 8 viaturas , mas já existe projeto para  aumento da frota o que proporcionará um melhor atendimento à Rede”, revela a coordenadora.

Avanços

Nestes três anos de atuação, o SRIHA passou por aperfeiçoamentos que contribuíram com a melhoria da prestação do serviço, assim como com a melhora na fluidez da Rede, como é o caso das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do interior do Estado, que passaram a contar com esse reforço.

Também foi implantado, a partir de julho de 2015, o serviço de regulação do SRIHA no Complexo Regulatório do Estado, além da consolidação do setor de Recursos Humanos.

“Houve nesse período o remanejamento de executora de serviços gerais, exclusiva para o SRIHA, garantindo assim a organização e limpeza da estrutura utilizada para o atendimento à população. E os procedimentos operacionais padronizados (POPs) do serviço passaram por atualizações, através de treinamento dos seus funcionários”, reforça a coordenadora.

Atendimento

A abertura do chamado para a utilização do SRIHA é realizada pela Central de Regulação localizada no Sistema Interfederativo de Garantia de Acesso Universal (SIGAU), onde serão solicitados os parâmetros clínicos do paciente e a triagem realizada por um enfermeiro. A partir dessa regulação a base aciona equipe para o transporte.

Ainda segundo a coordenadora, Maria Luísa Dantas, o perfil dos pacientes que são transportados pelo SRIHA segue a classificação de Baixo Risco Clínico identificado a partir da confirmação de parâmetros clínicos que serão conferidos pelas equipes assistenciais solicitantes.

“Todas as remoções são realizadas em ambulâncias tipo A e B equipadas conforme padrão do serviço, com equipe composta por condutores e técnicos de Enfermagem qualificados”, complementa Maria Luísa Dantas.

Fonte SES

 

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