Aracaju, 6 de dezembro de 2021

Especialista esclarece dúvidas no Dia Mundial de Luta contra a Aids (Foto ascom)

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A Aids ainda é uma doença que causa muitas dúvidas na população e, diante do desconhecimento, as pessoas agem com preconceito e discriminação. O 1º de dezembro foi um dia instituído pela Assembleia da Organização Mundial de Saúde, com o apoio da ONU, para ressaltar a importância da conscientização e solidariedade com as pessoas portadoras do vírus HIV.

Fernando Romero, infectologista do Hapvida, esclarece a diferença entre HIV e Aids. “Muitos ainda confundem achando que HIV e Aids tratam-se da mesma coisa. No entanto, o HIV é o vírus que atinge as células do sistema imunológico, enquanto a Aids é a manifestação da doença após a evolução deste vírus. Portanto, nem todos infectados pelo HIV desenvolvem Aids”, esclarece o especialista.

O infectologista ressalta que os exames preventivos são fundamentais. “Tanto o HIV quanto a Aids são silenciosos ou podem ser confundidos com outras enfermidades. Por isso, é de extrema importância fazer exames que detectam o vírus. Isso deve ser feito mesmo que não haja suspeita de contaminação”, alerta Romero.

Tratamento

Apesar de ser uma doença que não tem cura, o tratamento tem evoluído bastante. Os portadores de Aids podem e devem viver uma vida normal como qualquer outra pessoa, portanto, que tomem as devidas precauções como o uso da camisinha nas relações sexuais e usar corretamente os remédios.

“O tratamento é feito com um coquetel de medicamentos antirretrovirais, que atacam o vírus e provocam o aumento da quantidade e da qualidade das células de defesa do paciente”, explica o infectologista.

O foco das campanhas de conscientização ainda tem sido o público mais jovem. Segundo André Assunção, psicólogo do Hapvida, a despreocupação, o desconhecimento da profundidade do problema e o preconceito são alguns dos principais motivos que levam os jovens a terem relações sexuais sem proteção.

“A falta de preocupação ou o desconhecimento das consequências da contaminação pelo HIV levam os jovens a não se prevenirem nas relações. O preconceito é outro fator, mas é preciso compreender que a doença não escolhe orientação sexual, gênero, etnia ou classe social. Portanto, é preciso deixar os pré-conceitos de lado para não negligenciar a saúde e a qualidade de vida”, enfatiza Assunção.

D.Comunicação Estratégica

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