Aracaju, 1 de dezembro de 2021

Das 103 mil chamadas recebidas pelo Samu, quase 49 mil foram trotes (Foto ascom)

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Pensando em estratégias para diminuir o número alarmante de trotes, o Samu intensifica ações educativas em escolas, ambientes de grande aglomeração para conscientizar crianças, jovens e adultos os riscos do trote

O ano de 2016 foi de grande resolutividade para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Sergipe (Samu 192 Sergipe). No ano passado, foram mais de 103 mil ligações recebidas. Dessas, foram 52.542 atendimentos e 2.468 orientações por telefone. Porém, de janeiro a dezembro, foram registrados 48.421 trotes.

Para a superintendente do Samu, Maria Lúcia Santos, o grande desafio do serviço de urgência tem sido o número ligações falsas, que gera transtorno na prestação do serviço à população. Uma ocorrência de uma chamada falsa deixa a linha ocupada desnecessariamente. “O deslocamento de uma ambulância a uma ocorrência falsa gera consumo de combustível, desgaste do equipamento e das equipes e, além disso, o Samu pode deixar de prestar um atendimento a quem realmente precisa”, alerta Maria Lúcia.

Pensando em estratégias para diminuir o número alarmante de trotes, o Samu está intensificando as ações educativas em escolas, ambientes de grande aglomeração (a exemplo de shoppings) para conscientizar crianças, jovens e adultos os riscos do trote. A campanha “Sou amigo do Samu – não passo trote!” tem como objetivo orientar de forma didática para reduzir os números de ligações falsas.

“Com essas ações de educação permanente, nossa meta é diminuir, ainda mais, estas estatísticas. Por isso, levamos a mensagem que os trotes geram, além de gastos desnecessários de recursos públicos, o desgaste das equipes destinadas ao salvamento de vida. O trote compromete a qualidade do atendimento, principalmente o tempo resposta”, revela Maria Lúcia Santos.

Outros números

Durante todo o ano passado, o Samu 192 Sergipe realizou 10.782 atendimentos por meio de Unidades de Suporte Avançado (USA), 40.269 por Unidades de Suporte Básico (USB) e 1.491 por Motolâncias.

Atendimentos a vítimas de acidentes também foram contabilizados. Foram 531 por atropelamentos, 1.849 por quedas de moto, 149 por capotamentos, 2440 por colisões, além de 214 vítimas de quedas de bicicleta. O Samu atendeu, também a 1566 vítimas de queda da própria altura, 715 vítimas por agressão física. Já em relação a ferimentos por arma branca, foram 473 atendimentos e 291 por arma de fogo.

O balanço anual do Samu registrou, também, 87 vítimas por queimaduras durante todo o ano de 2016. “Os atendimentos relacionados a acidentes se intensificam durante os finais de semana e vésperas de feriados, onde o consumo de álcool aumenta. Comparado com anos anteriores, o balanço referente aos acidentes se mantém na média. Sempre a maior causa de traumas atendidos pelo Samu está relacionada a motocicletas”, enfatizou a superintendente Maria Lúcia Santos.

SES

Foto assessoria

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