Aracaju, 4 de agosto de 2021

PREFEITURA REGISTRA QUEDA DE 41,8% NA PROCURA POR TESTES RT-PCR EM ARACAJU

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O teste RT-PCR é considerado o padrão ouro no diagnóstico da covid-19, pois detecta o vírus ativo na pessoa. E desde o início da pandemia, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), vem realizando esse tipo de exame para detecção da doença na capital. Até o momento, já foram realizados pela rede pública de saúde do Município 76.002 testes RT-PCR.

A SMS segue realizando os testes RT-PCR no atendimento ofertado nas quatro Unidades Básicas de Saúde com atendimento exclusivo, bem como nos contêineres instalados nas Unidades de Pronto Atendimento Fernando Franco e Nestor Piva, que funcionam 24h. Na Rede de Atenção Primária, as quatro UBS de referência para casos de síndrome gripal são: Ministro Costa Cavalcante (Inácio Barbosa), José Machado de Souza (Santos Dumont), Onésimo Pinto (Jardim Centenário) e Geraldo Magela (Orlando Dantas), com atendimento das 7h às 18h, de domingo a domingo.

De acordo com levantamento feito pela Sala de Situação em Saúde de Aracaju (ASPLANDI/SMS), em dezembro do ano passado foram realizados, pelo Município, 16.898 testes RT-PCR. Em janeiro, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou os pedidos de uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac e AstraZeneca, foram realizados 9.830 testes, o que representa uma redução de 41,8% na procura pelo serviço.

Manter os cuidados

Mesmo Aracaju estando entre as capitais do país com menor índice de letalidade e a menor taxa do Nordeste, e o cenário atual mostrar certa estabilidade, vale reforçar a importância de se manter as recomendações das autoridades sanitárias. De acordo com a infectologista da Secretaria da Saúde de Aracaju, Fabrízia Tavares, embora haja uma sensação de esperança e alívio pela chegada da vacina, ainda existe a transmissão do vírus e o panorama de pandemia ainda faz parte da realidade da população.

“A chegada da vacina nos faz avançar para o controle da doença, mas é um processo gradativo e que exige de nós comprometimento com os cuidados sanitários. Só vamos ter uma redução significativa dos casos quando a gente tiver uma cobertura vacinal de pelo menos 70% da nossa população. Somente com uma grande parte da população vacinada para que a gente pense que o adoecimento pelo coronavírus esteja controlado. O vírus vai continuar circulando, como diversos outros vírus respiratórios, mas teremos um controle do número de adoecidos graves e óbitos”, diz a infectologista.

A utilização da máscara deve continuar, assim como a higienização das mãos e o distanciamento. Da mesma forma se deve proceder com as pessoas consideradas do grupo de risco e os idosos, que começaram a receber a primeira dose último dia 10.

“Os idosos começaram a receber a vacina, mas isso também não representa uma imunidade plena, pois essa está sendo a primeira dose aplicada. Ainda temos a segunda dose da vacina que, após aplicada, ainda tem um tempo, em torno de dez a quinze dias, para que o organismo processe e produza a sua imunidade contra a doença. Sendo assim, ainda se deve continuar tendo um cuidado maior com esses grupos mais vulneráveis”, salientou a infectologista.

Foto: Sérgio Silva

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