Aracaju, 27 de julho de 2021

Comissões de controle de infecção reforçam vigilância em hospitais. Esse controle é necessário em virtude da covid-19

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Controlar o risco de infecção nos hospitais sempre foi uma grande preocupação dos profissionais de saúde. Durante a pandemia, esse controle é ainda mais necessário em virtude da proliferação do novo coronavírus, altamente transmissível. Por isso, as Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) são fundamentais para garantir a biossegurança dos locais que ofertam atendimento aos infectados pela covid-19.

Criadas em 1998 por meio da Portaria Nº 2616, do Ministério da Saúde, as CCIH possuem como finalidade elaborar, executar e avaliar as ações de prevenção e controle de infecção hospitalar; tanto aquela que se manifesta durante a internação, como as infecções que vierem a se manifestar após a alta do paciente, mas que tenha relação com procedimentos hospitalares.

De acordo com a secretária municipal da Saúde de Aracaju, Waneska Barboza, a importância dessas comissões é enorme. “A CCIH é de extrema importância para todo estabelecimento de saúde. É ela quem sinaliza a possibilidade de circulação de patógenos e, a partir disso, viabiliza a tomada de decisões, como a melhor forma de controle, prevenção, tratamento a pacientes, no sentido de evitar que o patógeno se alastre dentro da unidade”, destaca.

Além de proteger os pacientes das infecções, a atuação das CCIHs evita que os profissionais de saúde também venham a ser infectados, como lembra a assessora da Diretoria de Vigilância e Atenção à Saúde da SMS, Ana Régia Oliveira.

“A comissão é responsável pela criação de protocolos relacionados à contaminação, então, uma CCIH bem estruturada é de extrema importância para o hospital, para evitar que o paciente com alguma doença contagiosa não venha a transmitir para funcionários ou para outros pacientes”, pontua.

Covid-19

Desde o início da pandemia, a Prefeitura de Aracaju estruturou os dois hospitais municipais para receber e tratar pacientes com suspeitas ou confirmação de casos de covid-19. Apesar de ser público, o Hospital Municipal Nestor Piva, na zona Norte, é gerido por uma empresa contratada. Já no Hospital Municipal Fernando Franco, na zona Sul, a responsabilidade pela gestão é da própria SMS.

Na unidade, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) é composta por um médico, uma enfermeira e três técnicos que prestam suporte. Com grande número de atendimentos realizados durante a pandemia, o risco de infecção aumentou no Fernando Franco, por isso, a atuação da CCIH foi ainda mais relevante, como destaca a assessora Ana Régia.

“A CCIH teve papel fundamental, desde o início da pandemia. Ela é responsável pelas notificações dos casos de covid, bem como outras doenças infecciosas que a aparecem no hospital, e a partir disto, envia o material de amostras para o Lacen”, explica.

Foto André Moreira

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