Aracaju, 31 de julho de 2021

Por que é importante ser fluente em um segundo idioma?

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Especialista diz que, além do diferencial no currículo, a qualificação pode representar salários maiores.

Entre as exigências do mundo globalizado está a comunicação. Nesse contexto, o mercado de trabalho apresenta novos desafios para os profissionais e uma delas é a fluência em uma língua estrangeira.

De acordo com o professor Artur André Martinez Campos, PhD em Ciências da Educação pela Universidade Nova de Lisboa e coordenador do Unit Idiomas – Unidade Sergipe, o processo de globalização consolidou o inglês como a língua internacional.

“No que diz respeito à globalização existe uma influência muito forte dos Estados Unidos, da Inglaterra, ou seja, países de língua inglesa. Para quem é da área de Tecnologia da Informação, por exemplo, é vital falar inglês.  A necessidade do mercado sempre foi um segundo idioma, entretanto, hoje já se percebe a necessidade de um terceiro para alguns segmentos, como é o caso da área de Ciências da Computação. A depender do mercado de atuação, francês, espanhol e russo são ótimas opções”.

Na competitividade do mercado de trabalho, ser fluente em um idioma estrangeiro pode ser essencial na hora de conquistar uma oportunidade profissional. A qualificação pode representar elevação no salário a depender do cargo.

“Em termos de mercado as vagas com maior potencial de crescimento em multinacionais, por exemplo, vão exigir o idioma. O básico hoje já não faz mais diferença, todo mundo tem o conhecimento básico. A própria relação de salário entre os profissionais que têm influência em inglês aumenta, às vezes, até 40%”, afirma Maria Luísa Teodoro, coordenadora do Unit Carreiras.

O segundo idioma na construção da carreira

A importância de um idioma estrangeiro em qualquer que seja o curso de graduação ou pós-graduação, é mais do que perceptível. Para avançar no mundo acadêmico com mestrado e doutorado é preciso falar inglês ou espanhol. Inclusive, as provas de seleção têm esses idiomas como requisito.

“Em alguns casos, o estudante tem um inglês mediano e passa para o mestrado, mas durante o curso vai precisar recorrer artigos científicos, pesquisar em portais acadêmicos e a maioria dos textos de ponta está escrito em inglês”, afirma o prof. Artur Campos, também Mestre em Educação e Novas Tecnologias pela UFS.

Como pesquisador da área de aprendizagem e interação computacional, o docente é enfático em dizer que todas as pessoas, independentemente da idade, podem aprender.

“O entretenimento é uma opção. Filmes, documentários e até mesmo música podem ser apreciados em outra língua. Pesquisas apontam que quanto mais informação se recebe na língua de aprendizagem, mais rápido se aprende. Todo input auditivo gera output sonoro (produção de fala) e quanto mais se lê em inglês, melhor se escreve, mas é preciso dedicação e foco”, indica.

Unit Idiomas

O Unit Idiomas é parte do planejamento estratégico da Universidade Tiradentes de promover aos seus alunos de graduação e de pós-graduação, um centro de linguagem para aprendizagem de idiomas que oferta, ainda, vagas para comunidade externa.

“O foco é aproximar o estudante da língua estrangeira e prepará-lo para esse mundo globalizado durante a graduação”, explica Artur Campos.

O Unit Idiomas, além de manter um corpo docente com experiência internacional, oferece cursos especiais para as áreas de saúde, engenharia de petróleo, negócios e viagem.

Assessoria de Imprensa

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