Aracaju, 1 de agosto de 2021

A unidade com fato político

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ATENÇÃO: POR PROBLEMA TÉCNICO A COLUNA DESTA SEXTA-FEIRA (26) NÃO SERÁ PUBLICADA. VOLTAREMOS NA TERÇA-FEIRA.

Diógenes Brayner diogenesbrayner@gmail.com

As medidas que vêm sendo adotadas pelo Governo começam a alivia a situação de alguns micros, pequenos e médios empresários, ainda assustados com as medidas adotadas através do toque de recolher. Segundo um integrante do Comitê/Técnico e Científico já se sente um melhor relacionamento com a classe e maior perspectiva de enfrentamento da crise provocada pela pandemia. Donos de bares e restaurantes estão mais confiantes, tanto pelo crédito aberto no Banese, quanto com a prorrogação do ICMS, que dão alívio nos seus compromissos e perspectiva de atravessar a crise que abate a todos.

A situação não é fácil e exige reflexão quanto ao número de casos e mortos que não cessa de aumentar. É provável que incomoda a insistência com que se pede para ficar em casa. Ainda é o lugar mais seguro para evitar o alastramento – mais do que já está – da infecção. A ânsia por sair de casa aumenta o nervosismo, mas a ousadia do passeio pode provocar até a morte e, naturalmente, cada um é que tem de fazer suas escolhas. As autoridades fazem o seu papel e é preciso que o cidadão entenda toda a situação e faça a sua, dentro de uma consciência de que há quase uma asfixia no sistema de Saúde, público e privado.

Sinceramente, não dá para entender a vulgarização da morte, inclusive por posições que se tornam indignas a alguém que tenha influência e lidere segmentos da sociedade. Politizar a Covid não merece apoio dos mais fanáticos, porque cada um deles pode ser a próxima vítima. O Governo Federal dá sinais de que entendeu a Pandemia e passou a enxergá-la com a responsabilidade que jamais demonstrou e está fazendo agora em razão de uma decisão jurídica que pode afetar a questão eleitoral de 2022. Sente-se que não se zela pela vida, mas pela manutenção de um Poder que fica podre através de gestos de egoísmo que valem vidas.

Diretamente vinculado à política, o empresário Clóvis Silveira vinha avaliando que o maior problema da expansão da pandemia no Brasil era a politização. Deixava-se vazar a impressão que “existia a pandemia da situação e outra da oposição”, além da sensação do quanto pior melhor. Não havia a concepção de que o vírus não escolhe partido e nem expõe posições ideológicas. Vai fundo em quem estiver à frente, seja quem for e independente de posição social. Clóvis diz, inclusive, que viu sua teoria ser lançada ontem, em Brasília, com um apelo para a união de todos os poderes em torno de um só objetivo: salvar vida. Sem dúvida, se não conseguirem levar esse propósito adiante, mais cedo do que se espera pode-se ficar livre desse mal, em que todos têm sua parcela de culpa.

Claro que a unidade para vencer a Covid é fundamental, desde que todos deixem de lado seus rancores, autoritarismos, ideologias baratas, ambições, mentiras e leviandades, para que a ação aconteça com o único foco de salvar a sociedade do risco de não sair vivo desta.

Chega à exaustão

Profissionais da saúde chegam à exaustão e demonstram cansaço físico e mental, que abala inclusive relacionamentos entre eles.

*** Com os nervos à flor da pele, alguns médicos e enfermeiras discutem de forma grosseiras, por um mínimo de engano ou desentendimento.

*** A situação está cada vez mais difícil para eles.

Hospital de campanha

Está confirmada a construção de um hospital de campanha no São Lucas. Terá 20 leitos e vai atender a infectados pela Covid-19.

*** O São Lucas está com poucas vagas, principalmente de UTI e precisa de suporte técnico para acomodar pacientes. O hospital de campanha está sendo construído na garagem.

André confirma conversa

O ex-deputado federal André Moura confirmou conversa em Brasília com o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira.

*** Marcos propôs a André que, se ele for candidato a deputado federal ou ao Senado que o faça pelo Republicanos. Razão: o partido atingir a legenda e ajudar a Heleno Silva e a Jony Marcos.

*** Não há definição sobre filiação, mas André agradeceu o convite e garantiu que não definiria qualquer posição partidária sem antes conversar com Marcos Pereira.

Eliane vai a federal

A vice-governadora Eliane Aquino (PT) disse ontem que é candidatíssima a deputada federal e vai discutir isso com o partido de forma definitiva.

*** Uma certeza Eliane tem: fará uma campanha política bem diferente, “focada em temas importantes que ninguém quer olhar”.

*** Eliane acha que há necessidade de conscientizar a todos sobre o voto errado e buscar o que seja eficiente e tenha empatia.

Famílias destroçadas

Eliane lamenta que as 300 mil mortes registradas, que deixam milhares de famílias destroçadas e nunca mais a vida como foi antes.

*** – Temos todos que fazermos uma reflexão, porque não podemos continuar caminhando para o abismo, disse Eliane, concluindo: “o jogo não é simplesmente a luta pelo Poder”.

*** Admite ainda que o momento não é para falar sobre eleições, mas de cuidar da pandemia.

Jackson escondido

O ex-governador Jackson Barreto (MDB) brincou: “Estou escondido da Covid-19, para ver se ela não me acha”, disse sorrindo. JB já tomou a primeira dose da vacina e dia 30 recebe a segunda.

***JB disse que está querendo conversar com Belivaldo Chagas (PSD), mas sente que ele está extremamente ocupado nesse momento.

*** – O governador trabalha intensamente em Sergipe para conter a pandemia e ainda se ouve críticas sem fundamento de um grupo radical que lhe faz oposição.

Sobre candidatura

Jackson Barreto recebeu telefonemas de dois vereadores e de um ex-prefeito, há uma semana, anunciando que se ele for candidato a deputado federal “pode contar conosco”.

*** – Mas não vou me movimentar sobre política nesse momento. Não tenho nem cara para tratar disso.

Sobre emendas

O senador Alessandro Vieira (Cidadania) disse que já solicitou ao coordenador de bancada, deputado Bosco Costa (PL) as providências da inclusão de emendas para compra de vacinas.

*** Segundo o senador, “além da minha cota, estão confirmadas as do deputado Fábio Mitidieri (PSD) e da senadora Maria do Carmo (DEM). Dos outros não vi confirmação”.

Está melhorando

Sobre o tratamento da Covid, Alessandro disse que está em evolução: “Ainda preciso de muita fisioterapia e tem medicação por algum tempo”.

*** – Mas estou melhorando, graças a Deus, disse.

Acredita que dá certo

O deputado federal Fábio Mitidieri também falou de como será agilizada a emenda para compra de vacinas: “estamos vendo a parte técnica, mas acredito que dará certo”, disse.

*** Segundo Fábio, “até o momento, além de mim, o senador Alessandro e a senadora Maria do Carmo também já se somaram”. Até aqui, são R$ 27 milhões.

*** E mais: “esperamos que os demais possam abraçar essa causa. Estou confiante pela importância do tema”, falou.

Tarantella atuando

O empresário João Tarantella – bolsonarista sacramentado – atua com mais freqüência nas redes sociais e sugere que deputados estaduais usem recursos para ajudar na compra de Vacinas.

*** Tarantella não fala sobre política e não revela pretensões, mas a sua atuação indica que ele será candidato e 2022.

Depois da tragédia

O empresário Clóvis Silveira filosofa: “ninguém disse que viver seria simples. O que eu tenho certeza é que se pensar positivo vai encontrar 1001 razões para não desistir”!

*** E continua: “É preciso ter paciência com as pessoas, tem gente que o cérebro é como a caixa preta de um avião. Só abre depois da tragédia”!

Já tem avaliação

Circula informação nos bastidores políticos de que tem pré-candidatos a majoritário em Sergipe promovendo avaliações para presidente da República, Governador e Senador.

*** Alguns resultados já circulam pelo interior e são discutidos por algumas lideranças políticas de cada região.

*** Os municípios tratam de política como se não houvesse pandemia.

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Esse país está muito chato!

Tenho 55 anos e cresci vendo uma negra como âncora do Fantástico (Glória Maria).

Cresci vendo um nordestino, um negro, um galã de circo e um caipirinha (Didi, Mussum, Dedé e Zaca) formando um dos maiores grupos de humor do Brasil, os Trapalhões, fazendo piadas e críticas ao sistema que hoje jamais seriam aceitas pela sociedade, como homossexualidade e problemas de dependência química com o álcool. Também vi um Grupo heterogêneo como o Casseta e Planeta, que tinha negro, branco e homossexual, fazendo piadas de mesmas temáticas que os Trapalhões, serem referência de humor, detalhe, ambos na Globo.

Cresci vendo um travesti participando de todos os programas da família Brasileira sem nenhum problema (Rogéria). Cresci vendo um negro Gay (Jorge Lafond) ser um dos grandes nomes do humor nacional. Cresci vendo uma transexual ser padrão de beleza feminina e capa de revista masculina (Roberta Close).

Cresci vendo um Gay, com roupas não ortodoxas, ser um dos maiores cantores e voz do Brasil (Ney Matogrosso). Aliás, por falar em música, cresci tendo ídolos gays na música, como Cazuza e Renato Russo, fazendo críticas belíssimas ao sistema. Cresci vendo uma banda muito engraçada fazendo musicas zoando tudo que hoje é considerado impróprio, fazendo maior sucesso e criticando, de forma bem humorada essas situações (Mamonas Assassinas).

Quase todos meus ídolos do esporte são negros. Cresci vendo um negro como maior ídolo desse país (Pelé) e uma das figuras mais populares do Mundo.

Testemunhei um cantor gago, ex garçom, se tornar a voz romântica mais famosa desse país (Nelson Gonçalves). Por falar em Nelson, vi um outro, anão, fazer tanto sucesso quanto.

Cresci vendo um negro e um nordestino serem a maior referência cultural da MPB (Gil e Caetano).

Eu cresci vendo um homem gordo, zoando sua própria gordura, se tornar o apresentador mais bem pago do país (Faustão).

Cresci vendo um homossexual extremamente requintado, inteligente, em programas de família brasileira ser amado por muitos e ainda ter virado um dos políticos mais bem votados desse país (Clodovil) explicando que a sexualidade é um direito de cada um, e isso não tem nada a ver com o seu valor enquanto Ser humano.

Cresci vendo que a melhor maneira de defender seus direitos é abertamente expressá-los de forma educada e inteligente.

Eu cresci entendendo que preconceitos são estupidez, pois toda a minha formação foi com bons exemplos de representantes de todas as classes, em um país, que normalizou a presença de todos em programas de televisão, aonde tudo era discutido sem nenhum pudor.

Cresci entendendo de verdade o que era liberdade de expressão. Infelizmente, hoje com esse Mimimi da porra, não temos mais liberdade de expressão. Tudo que citei acima seria execrado por essa Nova sociedade chata para caceta!

Hoje a “resistência” luta contra “monstros” e rótulos que ela mesma criou e tudo se tornou proibido e preconceituoso.

Geração chata do caralho!!! Queria esse Brasil de volta.

Ah, quase esqueci do Jô Soares, com o seu beijo do Gordo e a incomparável, Escolinha do professor Raimundo, com todas as classes representadas… Gay, evangélica, malandro, marombeiro etc!

Autor Anônimo

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