Aracaju, 28 de julho de 2021

Chapa “Novos Rumos” rebate acusações e reitera compromisso com mudança 

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A chapa “Novos Rumos” que tem à frente Gorgônio Loureiro (BA) e Cristina Hayne (PA) na disputa pela presidência e vice-presidência da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), em caráter nacional, vem a público esclarecer sobre os acontecimentos que levaram ao indeferimento injustificado.

De acordo com a coordenação eleitoral, apesar de todos os esforços em defesa de um processo eleitoral transparente e democrático, a chapa que conta com a aprovação e o apoio de associados em 15 seccionais distintas foi pega de surpresa no último domingo, 27, com o anúncio de indeferimento feito pelo atual diretor Administrativo da entidade, Luiz Pires, que alegou a permanência de integrantes de três seccionais apontadas como inaptas pela Receita Federal, o que inviabilizaria a candidatura.

Em resposta, o ex-presidente da seccional Bahia e “cabeça” de chapa pela “Novos Rumos”, Gorgônio Loureiro, aponta que há vários vícios e procedimentos questionáveis no processo eleitoral, ou seja, a começar pela falta de isenção do diretor Administrativo, que integra a chapa da situação e, ainda, tem participação ativa na organização do processo eleitoral.

Loureiro esclarece que a chapa da situação teve acesso à informações privilegiadas e não compartilhadas com a outra candidata, fato este admitido pelo próprio diretor Administrativo em rede social, ao afirmar que participou de reunião com advogado, ao lado do candidato à reeleição, Evandro Novack, sendo informado que a situação dos estados do Acre, Goiás e Rio Grande do Sul inviabilizaria candidatura, mas não o direito ao voto. Desta forma, a chapa retirou os representantes de Goiás e Rio Grande do Sul nela inscritos ainda no sábado, 26.

Por outro lado, o presidente da seccional Goiás, José Torres, comprovou que foi induzido ao erro ao apresentar conversa em que questiona o diretor Administrativo sobre as penalidades da inaptidão junto à Receita, sendo que este teria respondido que seria impedido, apenas, de retirar certidões.

Gorgônio Loureiro ressalta ainda que, por diversas vezes, solicitou ao atual presidente e ao diretor Administrativo que avaliassem a decisão de realizar o pleito eleitoral com voto aberto, por uma plataforma de reuniões sem dispositivos que garantam qualquer segurança, sendo que foram sugeridas várias empresas especializadas. O candidato da chapa “Novos Rumos” afirma que a decisão fere o Artigo 27 do Regimento Interno da Entidade, que aponta a exigência de eleição por voto secreto e cita que mesmo diante da necessidade de se valer da votação virtual, o que não está previsto do Regimento, a disponibilidade de plataformas eleitorais garante o atendimento da exigência legal.

Portanto, o candidato finaliza com a disposição do atual presidente em utilizar de diversos artifícios visando impedir o enfrentamento direto em uma eleição. Loureiro lembra também, que duas associadas da seccional de São Paulo que estavam na chapa “Novos Rumos” foram apontadas como inaptas, por falta de pagamento da semestralidade. Contudo, as mesmas apresentaram como prova um texto da própria presidente da seccional, informando que, diante do pagamento do primeiro semestre de 2020, que foi anistiado pela Diretoria Nacional, ela consideraria os valores válidos para quitação posterior.

Foto assessoria

Por Shis Vitória

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