Aracaju, 28 de julho de 2021

“A máscara caiu”! Após denúncia, presidente da CPI ameaça prender deputado  

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A CPI da Covid no Senado, que desde a última sexta-feira (25) “celebrava” por parte de alguns membros uma forma de desestabilizar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nessa terça-feira (29), findou proporcionando um “espetáculo trágico” e, no mínimo inusitado, para o seu presidente, senador Omar Aziz (PSD/AM). Tudo por conta do açodamento em transformar aquela Comissão em palanque para o processo eleitoral do próximo ano.

Com o intuito de pressionar o atual governo do Amazonas, foi aprovada a convocação do deputado estadual Fausto Junior (PRTB/AM), que relatou a CPI do Amazonas, na Assembleia Legislativa daquele Estado e que não indiciou o governador Wilson Lima (desafeto de Aziz). Diante de vários “estranhamentos” nessa terça-feira, quando a CPI do Senado “perdeu seu objeto” e transformou-se em uma disputa política amazonense, o desfecho não poderia ter sido pior…

Ao pressionar o deputado estadual pelo não indiciamento do governador do Amazonas, Aziz ouviu o que não esperava naquele debate: segundo Fausto Junior o próprio presidente da Comissão do Senado, na condição de ex-governador (2011-2014), deveria ter sido indicado pela CPI do Amazonas por supostas irregularidades em sua gestão na Saúde, com o pagamento de R$ 50 milhões em processos indenizatórios! “Esse é um problema que vem desde 2011”!

A declaração tirou o presidente da CPI do Senado do sério que, acuado pela denúncia que se tornou pública, ameaçou o deputado estadual de prisão. Muito pressionado, Aziz tentou “transferir a responsabilidade” para o governo anterior, de Eduardo Braga (MDB), que hoje também é senador pelo Amazonas e como membro da CPI tenta a todo custo responsabilizar e incriminar o governo Bolsonaro pelos problemas da covid-19 em Manaus (AM).

A postura de Aziz gerou uma “reação” de Eduardo Braga que rebateu de pronto: “no meu governo não teve indenização”! PASMEM! São esses os senadores, detentores da moralidade, que estão julgando e pressionando o governo federal, que querem a todo custo incriminar o presidente da República e seus ministros? Depois disso o que se viu (e ouviu) na CPI do Senado foram denúncias, das mais variadas, com indícios de corrupção…

Para quem vinha pregando para o País inteiro uma infinidade de moralidade, hoje a CPI acompanhou um festival de imoralidades, de ameaças e graves indícios de corrupção. “A máscara caiu”! E, dessa vez, não foi (Jair) Bolsonaro quem derrubou! Este colunista fica aqui a imaginar se fosse o governador do Amazonas prestando depoimento na Comissão! Bastou “apertar” o primeiro Estado, e algumas “verdades” vieram à tona. Ainda bem que o Brasil é muito grande…

Falando na CPI

Quem parece apostar todas as fichas na CPI do Senado é Alessandro Vieira (Cidadania). Defende a prorrogação e parece disposto a usar as investigações de lá, para se destacar como delegado de polícia, e tentar “colher os louros” na eleição de 22 em Sergipe. O problema é que o povo não confia na CPI e hoje já não dá tanto crédito para o senador. Escolhas erradas, sempre…

Olha Rogério!

Se Alessandro aposta tudo na CPI, quem também é membro, mas tem trabalhado de forma mais articulada, em especial aqui no Estado, já de olho em 2022, é o senador Rogério Carvalho (PT). Sem muito barulho vai plantando “sementes” e tentando “ramificar” seu grupo. Vai aproveitando bem os espaços que tem…

Veja essa!

Em entrevista ao CINFORM ON LINE, o vereador de Aracaju, Ricardo Marques (Cidadania), questiona a falta de respostas para os diversas respostas sobre a tragédia da UPA Nestor Piva, num incêndio há mais de um mês, que culminou com cinco óbitos.

E essa!

Ele também comenta as operações realizadas pela Polícia Federal e Polícia Civil de Sergipe para investigar os indícios de irregularidades n aplicação de recursos federais exclusivos para o combate à covid-19.

Obras incompletas

Ainda na entrevista, Ricardo Marques também critica algumas obras incompletas ou de custo elevado de responsabilidade da PMA. Uma grande polêmica se deu quando ele tratou da conclusão das obras das Avenidas Hermes Fontes e Adélia Franco.

Bomba!

“Este é outro ponto que tenho questionado com frequência. Apresentei um requerimento e recebi recentemente a resposta da prefeitura que disse, pasmem, a obra está concluída. Porém não é isso que vejo”, afirmou Ricardo Marques. Ou seja, segundo ele, a Prefeitura de Aracaju avalia como “concluída” da Hermes Fontes! É isso, Edvaldo?

Exclusiva!

A declaração do vereador de Aracaju é forte porque estamos tratando de recursos públicos, de uma obra gigante, que gerou muitos transtornos aos comerciantes e moradores da região com a justificativa de que garantiria mobilidade para a cidade, mas ela já está pronta? Alô Ministério Público! Esquece a Havan e olha isso…

DEOTAP

Com a intervenção do DEOTAP, várias feridas foram abertas e, pelo que se comenta, as investigações (que começaram na Saúde) não irão parar por aí! Paralelamente à Polícia Federal um órgão de controle também identificou algo que será um “pequeno aperitivo” diante do que será servido pela PF, com os gastos da covid-19, principalmente no âmbito da Prefeitura de Aracaju. Vale aguardar…

Olha a Fundação!

Mas, ainda falando em DEOTAP, ao que tudo indica os trabalhos serão estendidos para outro órgão do governo: a Fundação Renascer. A mesma que, “coincidentemente”, tem uma das empresas envolvidas no episódio dessa semana, querendo praticar um procedimento que já foi “cantado em prosa e verso”, pela Secretaria da Transparência, em recente auditoria realizada nesse órgão, onde uma outra empresa que tem contrato vigente, foi beneficiada irregularmente, com uma contratação através de uma licitação sem respeitar o princípio da isonomia, tendo seu contrato aditado logo em seguida para cobrir serviços que já deviam estar computados em sua proposta!

 Olha a Masterserv

Pior que isso é o total desrespeito à legislação e à recente auditoria da Secretaria da Transparência com tudo o que continua sendo praticado na Fundação Renascer! Essa semana foi publicado, no Diário Oficial do Estado, um extrato de um contrato com a empresa Masterserv, que está exatamente indo de encontro a tudo o que já foi advertido no órgão.

E a periculosidade?

Contratam a empresa sem a periculosidade, que além de constar no projeto básico do edital da licitação, é um direito líquido e certo dos funcionários que prestam esse serviço, até porque é de total conhecimento da Fundação, além de que a empresa que “venceu” o certame, coincidentemente, já vinha prestando o serviço para a Renascer com a previsão em seu contrato dessa exigência (periculosidade), ou seja, todos já sabiam! E haja aditivo…

Lembra da ANKORA?

Vale lembrar que a auditoria apontou falta zelo, transparência, isonomia e economicidade no processo de contratação da ANKORA, empresa que recentemente teve seu contrato renovado e continua recebendo por serviços não prestados, a exemplo de faturar uma carga horária de 44 h semanais para seus funcionários disponibilizados para o órgão e só oferecer uma jornada de 30 h semanais!

Cartas marcadas?

Vamos averiguar se a denúncia que nos chegou, em que empresas concorrentes perderam a licitação por cotarem tudo de acordo com o projeto básico que compõe o edital, e que ao aditarem esses serviços ao da empresa contratada, o seu preço fica superior ao dos concorrentes que não tiveram respeitados o direito da isonomia!

Grande encontro

A coluna recebeu a informação, que ainda será bem apurada, mas se trata de uma reunião política com duas figuras que representam, para Sergipe, um “grande encontro”. Há quem esteja fazendo uma “grande cirurgia” para unir os dois opostos, mas o difícil é fazer com que o povão entenda, mesmo o “procedimento” dando certo. É o “vale-tudo” eleitoral…

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

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