Aracaju, 4 de agosto de 2021

PROJETO DA UNIVERSIDADE FEDERAL ORIENTA SOBRE USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

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As ações já atingiram cerca de 4 mil pessoas

Saúde ao trabalhador é o ponto principal levado pelo projeto que faz promoção ao uso racional de medicamentos em escolas da rede municipal de ensino no bairro Rosa Elze. Coordenado pelo professor Divaldo Lyra Júnior, do Departamento de Farmácia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), o projeto iniciou em 2018 com ações presenciais, e no momento atua de forma remota, devido às restrições da pandemia. Os trabalhos são compartilhados nas mídias sociais.

De acordo com Fernando Castro, farmacêutico e um dos organizadores do projeto, as ações aconteciam de forma presencial beneficiaram cerca de 100 pessoas na realização de roda de conversas sobre a saúde, autocuidado e uso racional com medicamentos. Na oportunidade, também aconteciam aferições de pressão e medidas de glicemia dos trabalhadores para identificação de prováveis doenças ou condição de saúde em pessoas assintomáticas ou sob risco de desenvolvê-las. Se necessário, o trabalhador era encaminhado a outro profissional ou serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequado. Essas ações presenciais aconteciam nas escolas Armindo Guará e Josinalva Santos, no bairro Rosa Elze, em 2018.

Quanto ao trabalho por meio remoto, estima-se que o público alcançado ultrapasse 4 mil pessoas, somando as páginas virtuais do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Farmácia Social. As ações virtuais são desenvolvidas nas mídias sociais como Facebook, Instagram e WhatsApp. E, a partir deste ano, serão agregadas também as plataformas TikTok e Spotify.

“Quando o projeto foi realizado presencialmente, os produtos envolviam cartazes, orientações verbais e material gráfico. Com a execução do projeto de maneira virtual, o nosso produto principal refere-se ao conteúdo produzido, que é inteiramente digital, com esperanças da volta com as ações presencias. Os produtos físicos estão nas nossas perspectivas futuras com a retomada das atividades presenciais, a partir de uma cobertura vacinal que permita isto”, planeja Fernando Castro.

Informação de qualidade

Thaís Tavares, bolsista do projeto e estudante de Farmácia, explica que no WhatsApp há um grupo chamado “LEPFS informa”, no qual a população em geral envia dúvidas sobre o uso de medicamentos e saúde. As respostas são geradas pela equipe, com base em evidências científicas recentes e confiáveis e sob supervisão de farmacêuticos.

Já no Instagram e Facebook são feitas publicações com base no calendário da Organização Mundial da Saúde, com informações elaboradas de forma lúdica, possibilitando uma máxima compreensão e interação do público. “Esta atividade de educação em saúde tem como objetivo principal a construção coletiva de conhecimentos em saúde e desmistificar fake news que ultimamente são difundidas em até em meios de comunicação que historicamente são confiáveis”, afirma.

Além das publicações no feed, foram realizadas duas lives no Instagram e Facebook com os temas “O papel do Farmacêutico na pesquisa sobre vacinas” e “Prevenção contra a Covid-19: o que tem a eficácia?”, que somaram cerca de mil visualizações. “As pessoas mostram-se satisfeitas com a realização das atividades do projeto, o que é percebido pelos comentários positivos que recebemos. Os impactos também se estendem para a ampliação na formação dos acadêmicos em Farmácia e estudantes de pós-graduação como seres críticos-reflexivos e capazes de transformarem positivamente a realidade.”, afirma Kérilin Rocha, doutorando em Ciências da Saúde, que está no grupo de extensão desde 2020.

O projeto é composto por seis estudantes de graduação em Farmácia, sendo cinco deles bolsistas, e quatro farmacêuticos doutorandos em Ciências da Saúde pela UFS, sob orientação do professor Divaldo Lyra Júnior do Departamento de Farmácia do campus de São Cristóvão. As lives e todo conteúdo produzido pelo grupo, todos podem ter acesso nos perfis @lepfs.ufs.

Fonte e foto assessoria

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