Aracaju, 23 de setembro de 2021

Ex-deputado José Carlos Machado alerta para alto preço do GLP no Brasil

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O ex-deputado federal José Carlos Machado (DEM) lembra que o governo Bolsonaro através do seu ministro Paulo Guedes, em janeiro de 2019, divulgou que no prazo máximo de dois anos, o gás de cozinha sofreria uma redução de 40 a 50% no seu preço ao consumidor.

“Em vez de reduzir, o GLP subiu quase 40%. O preço do GLP em janeiro de 2019, custava R$ 70,00 reais. Passado mais de dois anos, o GLP custa R$ 100,00”, explica Machado.

Em junho de 2019, Rodolfo Henrique de Saboia, diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), admitiu a possibilidade através de uma portaria da empresa, autorizar a venda de gás de cozinha de forma fracionada.

“Se a venda fracionada se tornasse realidade, as pessoas de baixa renda que não dispõe da quantia para comprar o botijão, teria acesso ao gás de acordo com suas possibilidades, adquirindo 4kg, 5kg, etc, além de promover uma redução no preço”, explica.

Machado informa que se comercializam por mês 35.000.000 milhões de botijões de 13 kg, qualquer medida para baixar o custo beneficia quase 140.000.000 milhões de brasileiros.

“Todo gás consumido no Brasil é produzido aqui mesmo e segundo especialistas, o preço do GLP no país é vinculado ao preço do petróleo no mercado internacional. Isso sem dúvida nenhuma é o principal motivo de tantos reajustes. O governo teria que promover essa desvinculação, além de outras medidas como: abertura do mercado para importação do GLP e até permitir que as revendedoras, adquirissem o GLP diretamente da Petrobras, hoje só pode através das distribuidoras, além de uma redução das taxas de impostos que incidem sobre o GLP”, informa.

Projetos

Quando deputado federal Machado apresentou dois projetos voltados ao consumo do gás de cozinha: um deles visava à venda fracionada do gás. Projeto de lei 5120/2005, proposto em 2006 atenderia o desejo do consumidor, mas a resistência das distribuidoras dificultou a aprovação do projeto.

Já o projeto de Lei 6618/06, trata das devoluções ao consumidor dos valores dos resíduos que ficam nos botijões. “É difícil, mas esperamos que aconteça”, diz Machado. “Assim como ele, milhões de brasileiros também esperam por isso”.

Fonte e foto assessoria

 

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