Aracaju, 26 de setembro de 2021

Especialista destaca a importância da inovação para as empresas

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No campo empresarial, a busca pela inovação visa aumentar o faturamento, ter acesso a novos mercados, aumentar as margens de lucro, entre outros benefícios.

A inovação nunca esteve tão presente no campo empresarial como nos dias atuais. A pandemia do novo coronavírus trouxe muitos desafios para as empresas e os negócios precisaram se adaptar a uma nova realidade com consumidores cada vez mais exigentes.

“Nos dias de hoje, em nosso mundo globalizado, o conceito e aplicação do termo ‘inovação’ tem muita variação, mas não foge ao sentido que é a atitude de introduzir novidades, renovar”, comenta o administrador, Wellington Silva, especialista em Estratégias de Marketing e Empreendedorismo e professor da Unit.

Segundo o docente, no campo empresarial, utiliza-se a palavra inovação como a exploração de novas ideias com sucesso. “Nos negócios, busca-se o tempo todo alguma forma de inovar para aumentar o faturamento, ter acesso a novos mercados, aumentar as margens de lucro, entre outros benefícios que garantem a sobrevivência, manutenção e destaque competitivo”, destaca.

“As empresas precisam inovar sempre. Sem a inovação, as empresas acabam estagnadas e morrem. Não há como criar mais lucro sem a geração de novas receitas, isso é pura matemática, e estas só são possíveis por meio das inovações”, acrescenta.

De acordo com o especialista, entre as possibilidades de inovação estão os novos modelos de negócios, novos processos e métodos de fabricação. “Percebemos com muita facilidade as inovações de produto ou de processo, que são conhecidas como inovações tecnológicas, mas podemos conceber a possibilidade de inovação em novos mercados ou até mesmo novas fontes de suprimentos”, salienta.

“Na prática, os empresários que desejam se diferenciar e atrair novos clientes, precisam adotar uma postura de empreendedorismo e inovação nos negócios. Porém, infelizmente, a inovação não está presente em todos os negócios e perfis profissionais, pelo contrário, é uma habilidade que precisa ser desenvolvida com capacitação, informação e muita criatividade”, complementa.

Para o docente, a habilidade exige que o profissional saia da zona de conforto. “É importante observar as necessidades e aproveitar os interesses dos clientes para criar novas tendências ou soluções que sejam capazes de mudar completamente a vida das pessoas”, observa.

“É comum as pessoas no mundo empresarial confundirem inovação com processos internos de melhoria contínua. Para que uma inovação seja caracterizada como tal, é necessário que seja novidade, fora do padrão existente e que cause um impacto significativo. Já os processos de melhoria contínua, normalmente, são adaptações de para ajustar uma rotina, e, geralmente, não são capazes de criar vantagens competitivas de longo prazo”, garante o especialista.

O professor Wellington Silva explica que os tipos mais comuns de inovação são de produtos e serviços. “Quando mudamos a concepção, atributos e características de um produto, ou quando criamos um processo de produção que não gera necessariamente impacto no produto final, mas produz benefícios no processo de produção, geralmente com aumento de produtividade e redução de custos, dizemos que houve inovação”, assegura.

“Um exemplo bem prático de inovação de processo ocorreu em todas as clínicas médicas, que no seu atendimento ao público, disponibilizou distribuição de senhas através de um equipamento que coordena, tanto a emissão quanto a ordem de chamada. Tornou desnecessário um funcionário para gerir essa lógica, aumentando a produtividade e melhorando o atendimento ao cliente”, enfatiza.

O especialista considera que as empresas exercem um papel vital no desenvolvimento da economia do país, surgimento de novos produtos e serviços, processos e mercados.

“Muitos acreditam que para inovar é preciso um centro de desenvolvimento, um laboratório de pesquisa e uma equipe de testes e validação. Na verdade, toda essa estrutura é requerida na maioria das grandes empresas que possuem áreas inteiras dedicadas à inovação. Vale ressaltar que a inovação é  importante para a economia e para o desenvolvimento do comércio. Deveria haver mais incentivos para o surgimento de startups e pequenos negócios criativos e inovadores”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

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