Aracaju, 7 de dezembro de 2021

Vigilância Sanitária e Conselho Regional de Odontologia intensificam fiscalizações em clínicas odontológicas

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

A Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde (SES) em parceria com o Conselho Regional de Odontologia (CRO/SE) vem intensificando as inspeções sanitárias nos consultórios e clínicas odontológicas dos municípios do estado.  O intuito das ações é garantir  a proteção da saúde  da população e a biossegurança nesses consultórios odontológicos. No último mês, foram fiscalizados  sete estabelecimentos odontológicos, onde dois foram interditados, nos municípios de Itabaianinha e Umbaúba, com risco iminente à saúde da população.

A gerente de Serviços de Saúde da Vigilância Sanitária estadual, Tereza Cristina Maynard,  explica que a interdição acontece quando  no ato da inspeção observa-se o risco à saúde da população. Além disso, geralmente antes da interdição, o local já passou por vistoria e foi notificado anteriormente, mas continuou inadequado para a prática.

“A interdição ocorre quando há comprometimento  no processo de esterilização do material utilizado, configurando risco. Então pedimos que os consultórios mantenham as boas práticas que são muito importantes para a saúde. Sabemos que os consultórios odontológicos são locais  complexos  que podem transmitir doenças infectocontagiosas. Por isso, essa parceria com o CRO é de grande valia”, destaca a gerente.

O odontólogo da Vigilância Sanitária, Waldson Souza Lima, ressalta que a população deve ficar atenta às questões sanitárias, para não haver contaminação no ato da consulta. Ele ainda relata que vem percebendo o interesse da população pela questão da higienização.

“Nós fazemos essas fiscalizações sempre, mas intensificamos agora no período da pandemia. Há uma demanda muito grande de consultórios no interior e nós observamos  que existem muitas inadequações e situações adversas nos atendimentos das clínicas e consultórios odontológicos, principalmente, quanto às práticas na área da biossegurança”, relata Souza.

Nesse sentido, a  odontóloga da Vigilância Sanitária,  Maria José de França, faz um alerta importante. “Quando um paciente for procurar um consultório odontológico a primeira coisa que deve se informar é  a Licença Sanitária, caso não exista esse documento,  o consultório está funcionando de forma irregular, podendo oferecer maior risco ao paciente”, finaliza.

Fonte e foto assessoria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on email

Leia também

Janier Mota, em carta aberta, anuncia que não disputará reeleição em 2022 e relata os motivos
Deputados se reúnem com os representantes das empresas Sunoak e Elektsolar
Zezinho Sobral defende criação do “CNH Social” para  sergipanos de baixa renda
CMA aprova PL em homenagem ao Ex-Deputado Estadual Reinaldo Moura