Aracaju, 25 de setembro de 2021

Programa Melhor em Casa leva SUS a pacientes acamados e inicia uso de terapias chinesas

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O Programa Melhor em Casa, criado pelo Governo Federal em 2011, teve início em São Cristovão em março de 2020 e desde então tem realizado atendimentos domiciliares à população em conjunto com as Unidades de Saúde do município. O Programa atende pessoas acamadas e sem a possibilidade de locomoção, garantindo que o tratamento seja realizado por uma equipe multidisciplinar que hoje conta com Médico, Enfermeira, Técnicas de enfermagem, Fisioterapeuta, Psicólogo, Fonoaudióloga e Nutricionista.

“Conseguimos dar assistência e garantir a sobrevida dos pacientes, além de garantir dignidade com o tratamento. O SUS já chega de forma mensal para eles, mas tem pacientes que precisam de um cuidado de forma mais continuada, semanal ou algumas vezes por semana, para que ele consiga se manter estável”, afirma Raíssa Stefaní, coordenadora do Programa Melhor em Casa em São Cristóvão.

O Programa busca ampliar a autonomia dos usuários e familiares, para o cuidado à saúde e reduzir períodos de internação hospitalar, viabilizando a disponibilização de leitos hospitalares. Além disso, diminui a lotação das portas de urgência, com a saída de pacientes com perfil para atenção domiciliar.

“Ter a garantia de que esse tipo de serviço vai chegar, principalmente nesse tipo de comunidade, que é uma comunidade distante como a da Pedreiras aqui em São Cristóvão, onde o acesso já é complicado, é algo extremamente importante”, enfatiza a coordenadora.

“Para mim é um prazer e muita alegria receber esses que cuidam tão bem da gente. Antes era muito difícil, não sei como seria nossa vida sem esse programa. Meu marido tem melhorado bastante, antes ele não dormia, agora já dorme durante a noite e isso é muito bom para ele e para mim que descanso um pouco”, afirmou Selma Santos Vitor, esposa e cuidadora do paciente José Passos.

O Melhor em Casa de São Cristóvão tem iniciado há cerca de um mês práticas integrativas aliadas à medicina tradicional, como reflexoterapia, auriculoterapia, entre outras, que buscam trazer melhorias na qualidade de vida dos pacientes.

“Usamos a reflexologia, que é a massagem nos pés e nas mãos, que busca deixar o paciente mais tranqüilo e mais calmo, principalmente para quem está em uso de quimioterapia, para evitar náuseas e também dores em geral. Trabalhamos com medicina chinesa e para os pacientes do Melhor em Casa, é um subsidio muito bom, pois alivia muito a parte corporal do paciente”, relata Solange Silva, técnica de enfermagem e formada em medicina chinesa.

“Este paciente tem relatado melhora da dor de cabeça e melhora no sono. Trabalhamos também a parte emocional, psiquica e não só física, pois o corpo é um sistema e trabalhamos com todo o sistema”, explica Iris Alane, fisioterapeuta do Melhor em Casa.

Já segundo Mayara Mirella, enfermeira, o paciente no início do tratamento se encontrava deprimido, pouco estimulado, e não interagia com a equipe, mas a partir do uso de novas técnicas, houve uma mudança considerável tanto no quadro clínico como no comportamento do paciente.  “Quando começou essa parte da terapia, percebemos que ele melhorou a parte clínica, além de percebermos uma grande diferença na forma como ele recebe bem a equipe, estando mais participativo, mais colaborativo”, explica ela.

Para mais informações ou para solicitar inserção no Melhor em Casa, o usuário deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua casa, e verificar se o paciente possui os critérios necessários para avaliação e inclusão no Programa.

Fonte e foto assessoria

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