Aracaju, 19 de setembro de 2021

Sheyla Galba relata fila na radioterapia e pede que situação dos profissionais da oncologia do Huse seja revista

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A vereadora Sheyla Galba (Cidadania) destacou, nesta terça-feira (17), em discurso na Câmara, a visita que realizou na segunda-feira (16) ao Hospital João Alves Filho, junto com o senador Alessandro Vieira, os deputados Georgeo Passos e Samuel Carvalho, e o vereador Ricardo Marques. Entre os temas abordados, a situação da radioterapia e o possível desligamento de profissionais.

A parlamentar relembrou as inúmeras interrupções de seu tratamento por conta de quebras constantes da máquina Porém, para sua surpresa, mesmo com as máquinas funcionando, existe uma fila de espera. “Pessoas que estão aguardando há dois meses para iniciar o tratamento. Algumas delas necessitam de radioterapia e quimioterapia conjugadas, incluindo mulheres com a mama ferida por conta do tumor. O pior é que não há transparência em relação a números de pacientes nesta condição”, detalhou.

Sheyla Galba destacou que, segundo informações levantadas junto à gerente da unidade de radioterapia, 60 pacientes estão realizando tratamento nas duas máquinas do Hospital João Alves Filho. “Porém, o que chama a atenção é que quando eu fazia tratamento 90 pacientes eram tratados em apenas uma máquina. Portanto, a gente precisa saber onde está o problema. Se em duas máquinas só tratam 60, por que existem mulheres e homens aguardando na fila para fazer radioterapia?”, questionou.

De acordo com a vereadora, uma das justificativas apresentadas para o problema é a necessidade de mais profissionais, o que, na visão de Sheyla, não tem cabimento, visto que, recentemente, foi divulgada a possibilidade de desligamento de profissionais que atuam na oncologia. “Como é que se fala em desligamento de profissionais e a justificativa pela fila na radioterapia é a falta de profissionais?”, pontuou.

Sheyla Galba pediu a sensibilidade da secretária de Estado da Saúde e do governador do Estado para rever a situação dos profissionais. “Vale destacar que estes profissionais ‘dão a vida e o sangue’ diariamente, mesmo com o hospital sem estrutura e faltando medicamentos e outras coisas básicas. Deixo aqui minha indignação enquanto paciente que sabe a gravidade de um câncer. Faço um apelo para que resolvam o quanto antes esta situação”, enfatizou.

Assessoria de Comunicação

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