Aracaju, 26 de setembro de 2021

“Não houve falta de recursos e nem de tempo para início e conclusão do Hospital do Câncer”, afirma Eduardo Amorim

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O presidente do PSDB Sergipe, o médico e ex-senador Eduardo Amorim, voltou a defender, em entrevista ao Jornal da Rio FM, a construção do Hospital do Câncer de Sergipe na capital. Ele relembrou as emendas destinadas para viabilizar a obra e disse não entender o motivo da unidade hospitalar ainda não ser uma realidade.

Eduardo Amorim destacou que foram quase R$ 200 milhões para a construção do hospital, fruto de sete emendas. “Numa época em que o Governo Federal não era obrigado a pagar, mas nós conseguimos. E conforme a obra avançasse mais recursos seriam liberados. Perdeu-se muito dinheiro porque não apresentaram propostas às emendas. Não houve falta de recursos e tampouco de tempo para início e conclusão do Hospital do Câncer de Sergipe. Não quero crer que seja por incompetência ou maldade”, enfatizou.

Segundo o ex-senador, só há duas maneiras de terminar a história do Hospital do Câncer. “Construir o hospital, que é o que deve ser feito, ou devolver o dinheiro corrigido, pois este só pode ser utilizado na construção do Hospital do Câncer. Tive esse cuidado de especificar na Lei Orçamentária quando destinei os recursos”, frisou.

Eduardo Amorim, que também é médico, reforçou a importância da unidade para a saúde pública do Estado. “Com o Hospital do Câncer construído e funcionando, os pacientes oncológicos teriam um local específico e especializado para fazer seu tratamento ao invés de concorrer com pacientes com outras comorbidades, como ocorre hoje”, salientou.

“Mais de 80% da população sergipana depende de SUS. Precisamos de estrutura, especialmente no pós-pandemia, quando teremos que dar conta a uma demanda por cirurgias eletivas que está reprimida, foram suspensas por conta da Covid-19”, complementou.

Transplantes de órgãos

Na entrevista, Eduardo Amorim falou da necessidade de retomada dos transplantes de órgãos em Sergipe, que foi o primeiro do norte e nordeste a fazer um transplante de coração. “Temos profissionais capacitados, mas é preciso condução e prioridade por parte do governo para viabilizar isso. Atualmente, os órgãos doados são enviados para outros estados, quando poderiam ficar aqui e servir aos sergipanos, garantindo, por exemplo, qualidade de vida aos pacientes renais”, ressaltou.

Hospital de Cirurgia

Por fim, o ex-senador agradeceu aos membros da bancada federal de Sergipe no Congresso que destinaram recursos para o Hospital de Cirurgia. “Estive em Brasília com a direção do hospital visitando os gabinetes dos parlamentares para solicitar isso. Fico feliz em ver a bancada ajudar o Cirurgia com emendas e agradeço a todos que encaminharam. Tenho certeza que serão convertidos em melhorias para a unidade”, finalizou.

Assessoria de Imprensa

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