Aracaju, 22 de setembro de 2021

Trabalhadores do setor lojista de Sergipe fecham Convenção Coletiva 2021

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Os trabalhadores do setor lojista do Estado de Sergipe fecharam a Convenção Coletiva de Trabalho 2021. Depois de várias rodadas de negociação entre os representantes da categoria e os empresários, houve a definição do acordo, que ratifica a convenção coletiva anterior e prevê um reajuste do piso salarial em 4,2%.

“Buscamos resultados positivos e conquistas econômicas e sociais para a categoria, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pela classe trabalhadora nos últimos anos, com os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, acrescidas agora com a pandemia. Não podemos abrir mão dos avanços obtidos em anos de construção e luta, que os governos irresponsáveis, como o de Bolsonaro, destroem, tiram dos pobres para os ricos”, ressalta Ronildo Almeida, presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Estado de Sergipe (Fecomse).

O dirigente sindical pontua que, entre as cláusulas da convenção anterior mantidas, estão triênio, quebra de caixa, adicional de 6% mensal para quem recebe acima do piso e validade do atestado médico para pais e responsáveis que têm filho menor de idade. Também ficam assegurados adicional de 6 por cento mensal para quem recebe acima do piso e hora extra, alimentação e gratificação paga ao final da jornada de trabalho durante os feriados.

“Sabemos das dificuldades pelas quais passa a classe trabalhadora e, apesar de não ser o desejado, entendemos ser uma boa negociação para o momento. Foi um processo difícil, mas respeitoso, concretizado pela comissão de negociação do Sindicato dos Comerciários e respaldado pelas reuniões e assembleia geral da categoria.  Mais uma vez é necessário destacar a importância de cada trabalhador e trabalhadora, que mostra e cara e reforça a luta em benefício de todos”, destaca Ronildo Almeida.

Já o presidente do Sindicato dos Lojistas, Gilson Figueiredo, considera o fechamento da Convenção Coletiva importante pelo balizamento nas ações dos lojistas e da classe laboral, regendo as relações de trabalho entre os comerciários e os empresários. “Foi um processo de negociação calmo, respeitoso e satisfatório dentro do que foi possível, diante dos transtornos provocados pela pandemia e as dificuldades econômicas enfrentadas.  É um acordo coletivo que de fato retrata a realidade vivida hoje pelo comércio”, avalia.

Foto assessoria

Por Teteza Andrade

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