Aracaju, 28 de setembro de 2021

Terceiro dia de greve é marcado por ato na frente do Hospital de Maruim

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Auxiliares e técnicos de enfermagem, além dos demais servidores da saúde de Maruim, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), realizaram um ato público na frente da porta do Hospital Nossa Senhora Boa Hora, em Maruim, nesta segunda-feira, 13, terceiro dia de greve da categoria, que entrou em estado de greve novamente após o não cumprimento do prefeito municipal, Gilberto Maynard, do acordo em pagar o salário de dezembro de 2020, até o dia 10 de setembro, e o salário de agosto deste ano.

A diretoria do Sintasa já passou todos os documentos necessários ao departamento jurídico da entidade que analisará a melhor medida a ser tomada judicialmente, a fim de que os empregados de Maruim não sejam mais prejudicados com este descaso da gestão municipal. Nesta terça-feira, 14, o ato público será, a partir das 19h, na porta da Câmara Municipal de Vereadores, visto que o acordo assinado com o prefeito e o Sintasa foi feito no dia 10 de agosto na própria câmara e com a presença dos vereadores.

“Esta gestão é incompetente e não tem compromisso com os trabalhadores. Só para ser ter uma ideia, hoje não tem nem papel higiênico no banheiro da sala dos motoristas de ambulância. Daí dá pra imaginar a incompetência dessa gestão. Por isso, que o Sintasa está aqui firme com os trabalhadores e só vamos parar esta greve quando os salários dos trabalhadores estiverem sido creditados na conta”, disse Janderson Alves, gerente-executivo do sindicato.

O representante do Sintasa alerta sobre as consequências que os salários atrasados têm gerado na vida dos trabalhadores. “Tem funcionário aqui que está sendo despejado de casa porque não está conseguindo pagar o aluguel no prazo correto, justamente, porque os salários estão atrasados e o dono da residência sabe que não tem data certa pra receber o aluguel. Esse constrangimento que muitas pessoas têm passado é lamentável!”, reclama Janderson.

Greve

Diga-se que o acordo deliberado em assembleias anteriores consta que a cada mês trabalhado, a categoria irá esperar até o dia 10 do mês subsequente para que o salário seja pago, caso isto não aconteça, haverá automaticamente greve a partir do dia 11 até que o pagamento seja creditado.

Informações e foto Ascom/Sintasa

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