Aracaju, 22 de setembro de 2021

Em reunião da Asseopp, Luciano Barreto volta a manifestar preocupação com obras paradas e vê situação gravíssima

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ASEOPP retorna reuniões presenciais e debate demandas em Brasília e para obras públicas em Sergipe

Atendendo todos os protocolos sanitários de prevenção a Covid-19, a Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (ASEOPP), retornou a reunião-almoço com os associados.  Na pauta, reequilíbrio de contratos; proposta da CBIC para o programa Casa Verde e Amarela; Plano Diretor de Aracaju e os próximos eventos que serão realizados, entre eles o sobre hidrogênio verde.

O presidente da ASEOPP, Luciano Barreto informou aos associados a vasta agenda que terá em Brasília nos próximos dias com reuniões com autoridades na luta e na busca de melhorias para a construção civil. Uma das reuniões será com o ministro do TCU, Bruno Dantas, e uma das demandas é que sejam transferidos os custos das obras para o Sinapi, que já é o maior responsável pelos custos e índices das obras. O vice-presidente de Obras Públicas da associação, Francisco Costa sugeriu que se não tiver solução o melhor é judicializar os acórdãos absurdos do TCU.

Luciano Barreto voltou a manifestar a preocupação com as obras paradas, fruto dos acórdãos e os gestores que vivem com a navalha no pescoço, mesmo com evolução tecnológica que possa melhorar a qualidade da obra, reduzindo prazo e custo, a diferença é bloqueada. “Há doze anos a ASEOPP luta por esta situação e não evoluiu nada. As empresas que fazem obras públicas estão destruídas”, disse Luciano, reforçando que a situação é gravíssima. “Precisamos de união e participação de todos para construir uma pauta emergencial antes da destruição total de nossa atividade cuja à importância as autoridades em Brasília insistem em não reconhecerem”, lamentou.

O vice-presidente de Obras Privadas da ASEOPP, Geraldo Majela lembrou que é preciso alertar as autoridades fiscalizadoras que os editais do governo do Estado ainda estão saindo com preços defasados e sem a exigência da lei da compliance que afastará as empresas inidôneas. Geraldo alertou também para as obras irregulares em condomínios sem pagamento de impostos e dos direitos trabalhistas dos empregos.  Ele também fez um apelo para um maior engajamento de todos os associados neste momento difícil que passa a construção civil.

O vice-presidente de Obras Públicas, Francisco Costa, após defender também a união e a maior participação de todos os associados nas lutas encampadas pela ASEOPP, abordou questionamentos sobre o reequilíbrio econômico e financeiro dos contratos públicos e o decreto que o governo deve publicar nos próximos dias.  Francisco ressaltou alguns eventos e citou a participação dele no Fórum Norte Nordeste da Construção Civil realizado em Maceió (AL) onde ficou entusiasmado com uma palestra sobre hidrogênio verde com empresários do Ceará. Junto com o Sebrae/SE a ASEOPP que realizar uma palestra para toda classe empresarial de Sergipe. “Com a luz solar e o vento que o Nordeste tem pode se transformar na Arábia brasileira”, explicou. Também entrou no debate dos associados o Plano Diretor de Aracaju apresentado pela Prefeitura que precisa de um estudo técnico de todos para apresentar sugestões como também o programa Casa Verde e Amarela.

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