Aracaju, 20 de outubro de 2021

Sergipe mantém vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos, priorizando portadores comorbidades

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

Em reunião extraordinária do colegiado Interfederativo Estadual (CIE), realizada nesta sexta-feira (17), o Estado, em conjunto com os municípios sergipanos, decidiu manter a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos de idade, priorizando aqueles portadores de comorbidades, deficiência permanentes, gestantes, puérperas, lactantes e sob medidas sócio educativas.

“Fomos pegos de surpresa com a recomendação do Ministério da Saúde da suspensão da vacinação. Em nota explicamos que nós iríamos continuar a vacinação até o posicionamento da Anvisa, essa foi a decisão do nosso estado. Não vamos suspender a campanha”, explicou a secretária de estado da Saúde, Mércia Feitosa, aos participantes da reunião remota.

A decisão foi baseada em posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que divulgou nota nesta quinta-feira, 16, em que destaca não haver “uma relação causal definida” entre a vacina da Pfizer contra a covid-19 e a morte de um jovem de 16 anos e São Paulo. Ainda no documento, a Agência indica a aplicação da vacina da Pfizer em adolescentes, tendo em vista que testes demonstraram alta eficácia e boa segurança do imunizante neste grupo etário.

“No momento, não há uma relação causal definida entre este caso e a administração da vacina. Os dados recebidos ainda são preliminares e necessitam de aprofundamento para confirmar ou descartar a relação causal com a vacina”, diz o documento.

O diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio Góes, ratificou para os setenta e cinco municípios presentes na reunião on-line, a importância de seguir as recomendações deliberadas pelo o estado, a primeira delas avançar na população 18+. “Quando esgotar essa população, com a vacina da Pfizer e, unicamente com ela, pode ser avançado para adolescentes que são pessoas dos 12 aos 17 anos dando prioridade absoluta aos que possuem comorbidade, deficiência, gestantes, puérperas e as que cumprem medidas socioeducativas. Essa é uma medida respaldada não somente pela Anvisa mas por toda a sociedade científica e pelos Conselhos de Secretários de Saúde estaduais e municipal”, conclui Marco Aurélio.

Foto: Valter Sobrinho

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on email

Leia também

Rogério vota pela criação de auxílio para famílias de baixa renda comprarem gás
Aracaju: Secretaria Saúde confirma transmissão comunitária da variante Delta no município
Hospital Primavera celebra Dia do Médico de uma forma diferente
Governo de Sergipe paga o auxílio tecnológico a mais de 5.700 professores