Aracaju, 18 de outubro de 2021

“Esse é um dos melhores momentos para ampliarmos a vacinação”, diz especialista

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) trabalha com agilidade na distribuição das doses que chegam do Ministério da Saúde à Sergipe, para garantir que a imunização da população avance também com celeridade. Os esforços da SES têm gerado resultados positivos em relação ao número de casos, internações e óbitos, o estado vem reduzindo significativamente os registros relacionados à Covid-19.

Diante desses dados animadores em relação à pandemia em Sergipe que, gradativamente, impulsiona o retorno da população às atividades sociais, o diretor de Vigilância e Saúde da SES, Marco Aurélio Góes, enfatiza que a fase atual é ideal para que a vacinação seja expandida. “Na realidade, esse é um dos melhores momentos para ampliarmos a vacinação porque temos menos pessoas doentes, a gente consegue vacinar as pessoas e protegê-las. Por isso, é fundamental avançar na imunização, tanto na primeira dose para os que não tomaram, quanto na segunda dose para aqueles que já tomaram”, salienta.

O especialista tem sido uma das referências estaduais sobre as ações estratégicas de enfrentamento ao coronavírus em território sergipano. Segundo Marco Aurélio, a terceira dose (dose de reforço) em idosos, também precisa ser uma prioridade. “Que a gente comece, o mais breve possível, a aplicar a dose de reforço para aqueles idosos que estão com mais de seis meses de fechamento do ciclo vacinal. A gente precisa manter de forma complementar essa vacinação”, destaca o diretor, que é médico infectologista.

Segundo analisa, é primordial que as pessoas não pensem que a fase pandêmica já passou ou está em reta final. Em Sergipe já existem casos confirmados da variante Delta, cepa que preocupa muito os estudiosos e que requer vigilância redobrada por parte do estado. “A gente precisa entender que o vírus ainda circula no país, em alguns estados ele volta a dar indícios de aumento da circulação, de número de casos. Há países que já haviam controlado mais a infecção e, por exemplo, abolido o uso de máscaras em algumas atividades de distanciamento social, contudo, acabaram voltando a ter novas ondas”, relembra Marco Aurélio com preocupação.

Para que Sergipe não retroceda, o diretor da Vigilância em Saúde da SES, enfatiza que é preciso manter as medidas sanitárias comprovadamente eficazes e continuar estendendo o braço para a vacinação. “Até a gente ter uma cobertura vacinal que garanta haver uma barreira sólida à transmissão do vírus, precisamos manter as outras barreiras que sabemos serem eficazes e devem ser utilizadas de maneira permanente: uso de máscaras, higienização constante das mãos e, claro, o máximo de distanciamento possível nos ambientes compartilhados”, ratifica Marco Aurélio Góes.

Informações e foto SES

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