Aracaju, 23 de outubro de 2021

Terceira dose é segurança para idosos e imunossuprimidos  

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A dose de reforço contra a Covid-19 é necessária e deve ser acompanhada por consultas a especialistas

A vacinação contra a Covid-19 continua sendo a forma mais eficaz para combater a doença. Mas algumas pessoas vão precisar tomar a terceira dose como reforço. São eles: os idosos com mais de 70 anos, que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses; e pessoas com baixa imunidade. E de acordo com o cientista e professor do curso de Farmácia da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, em Aracaju, Cliomar Alves, esse complemento é de grande importância.

O professor esclarece que pessoas idosas, principalmente as que estão acima dos 70 anos, tem baixa resistência para doença sintomática. “A proteção contra hospitalização para essas pessoas fica abaixo de 40% e contra óbito abaixo de 50%. Por esse motivo, o Ministério da Saúde recomenda uma dose de reforço para essa faixa etária da população”, explica o professor.

No caso das pessoas transplantadas de órgãos ou de medula óssea, com HIV, com doenças reumáticas, neoplasias e pacientes oncológicos, que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses, também é necessário a aplicação da dose de reforço. “É preciso entender que, após seis meses, a imunidade do indivíduo vacinado cai e, para pessoas que apresentam as condições relatadas acima, a situação se torna mais séria”, explica Cliomar.

O cientista destaca ainda que a decisão da revacinação nos pacientes deve ser individual, levando em consideração alguns fatores como faixa etária, a doença de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, e que seja feita preferencialmente sob orientação de médico especialista. “É preciso avaliar cada caso, porque a Covid-19 é uma doença agressiva e tende a atingir principalmente as pessoas com baixa imunidade. Nesse sentido, orientamos as pessoas que apresentam comorbidades graves para que tomem a dose de reforço”, atenta.

Resistência – Apesar de todas as orientações da ciência para que todos recebam a imunização, ainda existe uma forte resistência por parte de pessoas que se recusam a tomar as vacinas. O cientista explica que toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, garantindo sua segurança. Ele esclarece que os imunizantes também são submetidos a avaliação de institutos reguladores rígidos. “No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “, conclui Cliomar.

Fonte e foto assessoria

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