Aracaju, 20 de outubro de 2021

Cientista adverte sobre importância da terceira dose

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

A dose complementar é essencial para idosos e pessoas de baixa imunidade

A vacinação contra a Covid-19 continua sendo a forma mais eficaz para combater a doença. Mas algumas pessoas vão precisar tomar a terceira dose como reforço. São eles: os idosos com mais de 70 anos, que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses; e pessoas com baixa imunidade. E de acordo com o cientista e professor do curso de Farmácia da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, em Aracaju, Cliomar Alves, esse complemento é de grande importância.

O professor esclarece que pessoas idosas, principalmente as que estão acima dos 70 anos, tem baixa resistência para doença sintomática. “A proteção contra hospitalização para essas pessoas fica abaixo de 40% e contra óbito abaixo de 50%. Por esse motivo, o Ministério da Saúde recomenda uma dose de reforço para essa faixa etária da população”, explica o professor.

No caso das pessoas transplantadas de órgãos ou de medula óssea, com HIV, com doenças reumáticas, neoplasias e pacientes oncológicos, que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses, também é necessário a aplicação da dose de reforço. “É preciso entender que, após seis meses, a imunidade do indivíduo vacinado cai e, para pessoas que apresentam as condições relatadas acima, a situação se torna mais séria”, explica Cliomar.

O cientista destaca ainda que a decisão da revacinação nos pacientes deve ser individual, levando em consideração alguns fatores como faixa etária, a doença de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, e que seja feita preferencialmente sob orientação de médico especialista. “É preciso avaliar cada caso, porque a Covid-19 é uma doença agressiva e tende a atingir principalmente as pessoas com baixa imunidade. Nesse sentido, orientamos as pessoas que apresentam comorbidades graves para que tomem a dose de reforço”, atenta.

Resistência – Apesar de todas as orientações da ciência para que todos recebam a imunização, ainda existe uma forte resistência por parte de pessoas que se recusam a tomar as vacinas. O cientista explica que toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, garantindo sua segurança. Ele esclarece que os imunizantes também são submetidos a avaliação de institutos reguladores rígidos. “No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “, conclui Cliomar.

Por Suzy Guimarães

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on email

Leia também

Simula Enem aplicado presencialmente em todos polos Preuni
Belivaldo mostra o “dever de casa” que fez nas contas do Estado para “Sergipe avançar”
18 anos do Bolsa Família são destacados pelo deputado João Daniel em sessão da Câmara
Com 6ª alta consecutiva, preço da gasolina já está 12% mais caro nas primeiras semanas de outubro