Aracaju, 7 de dezembro de 2021

Incontinência urinária feminina: duas em cada 10 mulheres têm o problema

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O constrangimento é principal motivo que interfere no tratamento, já que algumas mulheres evitam tocar no assunto. A incontinência urinária afeta 2 em cada 10 mulheres no mundo e acomete 5% da população brasileira. Segundo o médico urologista, Dr. Breno Amaral, o sintoma é mais a comum e a eliminação da urina é de maneira involuntária, típico em quadros leves. “Às vezes uma tosse ou até uma risada mais intensa podem provocar a liberação de um pouco de urina contra a própria vontade. Ao perceber isso, o ideal é o procurar o médico”, explica.

A idade é um dos principais fatores de risco para incontinência urinária. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 40% das mulheres com mais de 40 anos apresentam algum grau deste problema. A incidência chega a ser cinco vezes maior, quando a paciente tem mais de 70 anos.

Obesidade, diabetes e problemas neurológicos são outros fatores que contribuem para o surgimento da incontinência, que nunca deve ser vista como algo normal e deve ser tratada. “Nem todos os casos exigem tratamento. Por outro lado, a incontinência urinária pode ser o indício de algo mais grave, que pode levar a uma infecção urinária ou até mesmo perda da função dos rins. Só o médico é capaz de fazer essa avaliação e indicar a alternativa mais adequada”, alerta Dr. Breno.

O diagnóstico varia entre os pacientes, mas pode atingir estágios mais graves, como a Incontinência Urinária de Urgência, que provoca aquela vontade repentina e incontrolável de urinar, cujo paciente não consegue chegar a tempo ao banheiro. 70% dos pacientes com este sintoma são mulheres e entre os homens é a principal causa de cirurgias na próstata. De acordo com especialista, estes casos exigem atenção especial, “mas, de modo geral, o paciente consegue viver com qualidade, se seguir todas as orientações. Hidratação adequada, controle do diabetes e da obesidade são os primeiros passos para resolver o problema, para, além disso, vale apostar em exercícios e fisioterapia especializada, mas sempre com indicação de um médico”, conclui.

Fonte e foto assessoria

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