Aracaju, 28 de novembro de 2021

Paralisação cerca de 900 rodoviários transporte público da Grande Aracaju segue pelo segundo dia

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Segue pelo segundo dia a paralisação de cerca de 900 rodoviários do transporte público da Grande Aracaju, nesta sexta-feira (15), vinculados a três empresas do Grupo Progresso.

Motoristas e cobradores das empresas Tropical, Progresso e Paraíso continua a paralisação para reivindicar o pagamento de 100% da folha de pagamento dos trabalhadores, além da restituição do valor do benefício do ticket alimentação, e que foi cortado quase que pela metade.

Os rodoviários continuam concentrados na porta da garagem da empresa, localizada na Avenida Marechal Rondon. Nenhum veículo saiu do local.

Eles afirmam que a retomada das atividades será feita somente mediante o pagamento completo da remuneração.

Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju (Setransp), estão parados 146 ônibus de 43 linhas, e são afetados de forma direta, aproximadamente, 30 mil passageiros prejudicados, e 140 mil indiretamente. As linhas circulam, principalmente, pela Zona de Expansão da capital.

Sobre a situação, o Setransp diz que o transporte que vinha enfrentado dificuldades e está sofrendo diretamente os efeitos negativos econômicos da pandemia do novo coronavírus.

Nota Setransp

Infelizmente, as três empresas do transporte público coletivo que foram paralisadas ontem (dia 14) por seus funcionários, não conseguiram avançar nas tratativas com os mesmos para retomada do serviço. A quinta-feira foi exaustiva na busca de alternativas para atender às necessidades dos trabalhadores, mas não houve evolução, desta forma, um terço da frota do transporte continua fora de operação já há mais de 24h.

São 140 ônibus parados, 43 linhas prejudicadas e mais de 900 funcionários questionando a regularidade salarial. O setor de transporte segue bastante preocupado com essa situação e buscando apoio das autoridades públicas diante do colapso instalado na mobilidade urbana, que já era previsto em um setor que vinha enfrentando dificuldades ao longo dos anos e teve a situação agravada com a falta de aporte financeiro e o aumento de débitos com os impactos da pandemia.

As demais quatro empresas operadoras do transporte seguem tentando dar suporte às linhas compartilhadas, no entanto, há áreas que continuam com dificuldades de atendimento e não há previsão de retornar à regularidade.

Foto redes sociais

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