Aracaju, 27 de novembro de 2021

Aracajuanos mergulham no universo percussivo cultural do sábado

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Dos tambores aos chocalhos, os sons que ecoaram do Centro Cultural de Aracaju para a praça General Valadão, neste sábado, 16, de forma uníssona, faziam um convite para o universo percussivo. A data que também marca o Dia do Percussionista, foi de reunião de maestros e conhecimento para os aracajuanos, através do 1º Encontro de Percussionistas de Sergipe.

O evento foi realizado pelo Movimento de Percussionistas de Sergipe (Percusse), através de parceria com a Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). A tarde do sábado foi preenchida com rodas de conversa, debates sobre o cenário musical e de homenagens para músicos, entre maestros consagrados e novos talentos da percussão sergipana.

Para Ton Toy, músico e educador, esse será o primeiro encontro de muitos. “É um evento que foi pensado por muito tempo e conseguimos realizar hoje, como primeiro movimento do Percusse. Aqui nasce o processo de caminhar juntos e a gente só tem a agradecer essa parceria com a Funcaju, que sempre trata o músico e os eventos com tamanha importância, sem contar no acolhimento da equipe aqui do Centro Cultural”, destaca.

Um dos homenageados durante o evento foi o músico e percussionista Marcos Mancada, o primeiro professor de percussão da Escola de Artes Valdice Teles, em Aracaju. “É um evento para celebrar nossa vida, a vida da percussão. Tenho muito orgulho de ter sido um dos primeiros a dar aulas de percussão na Valdice Teles, na década de 70, porque ali abri portas para muita gente, e isso me deixa muito feliz. Hoje estou aposentado, mas fico feliz de ver esse trabalho tendo continuidade”, comemora o artista.

Entre os assuntos debatidos, um dos pontos levantados como importante para os percussionistas é a autoafirmação e reconhecimento da importância da percussão para produção musical, como destaca Deise Raquel, diretora musical e regente do grupo Batalá.

“A percussão sempre foi levada como cozinha. Numa casa, por exemplo, geralmente a cozinha fica no fundo, e na banda tem essas coisas. A gente vem com uma força, falando da importância de celebrar esse dia, batendo o martelo e dizendo que a gente também existe, que a percussão é importante tanto como qualquer outro instrumento. Fico feliz em ver todas essas pessoas aqui reunidas”, pontua Deise.

A noite foi encerrada com as apresentações de grupos percussivos na praça General Valadão, como Burundanga, Turma do Pikenno, Zabumbadores de Vó Lourdes, Timbau de Rua e Decidão dos Quilombolas.

Maratona Cultural

O Centro Cultural recebeu também neste sábado, no Teatro João Costa, o espetáculo do Mamulengo Cheiroso “Talco no Salão para o Forró ficar Cheiroso”. A Maratona Cultural de Aracaju continua na próxima semana, a partir da quinta-feira, 21. A programação será divulgada através das redes sociais da Funcaju e pelo site www.maratonaculturalaju.com.br.

Fonte e foto assessoria

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