Aracaju, 28 de novembro de 2021

Luciano Barreto: interrupção do mandato de Belivaldo trará prejuízo à economia de Sergipe

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O empresário Luciano Barreto, mantenedor do Grupo Celi e presidente da Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas – Aseopp -, disse no sábado, 6, que uma eventual cassação do mandato do governador Belivaldo Chagas, PSD, na próxima terça-feira (09), “não tem qualquer serventia para o Estado de Sergipe nesta hora”.

A declaração de Luciano Barreto foi feita com exclusividade ao jornalista Jozailto Lima, e publicada na Coluna Aparte,  do Portal JLPolítica.

Para Luciano Barreto, esta é uma medida, portanto, que não deve ter o aval dos setores produtivos comprometidos com o Estado, como não tem da sua parte. “A nosso ver, não existe razão na atuação do governo Belivaldo que justifique, neste momento, a cassação. Aliás, eu entendo que a cassação da chapa Belivaldo Chagas e Eliane Aquino, com a interrupção do mandato de ambos neste momento, só trará prejuízos à economia sergipana. Mais ainda nesta hora difícil da economia nacional”.

A permanência ou não de Belivaldo e de Eliane como gestores de Sergipe vai ser julgada na próxima terça-feira, dia 9, pelo Tribunal Superior Eleitoral – TSE. Acusados de abuso de poder econômico nas eleições de 2018, eles tiveram os mandatos cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral por 6 votos a 1 – atitude pela qual Luciano Barreto diz não querer emitir qualquer conceito. A defesa de Belivaldo recorreu ao TSE e é isso que vai ser julgado agora.

Na base da acusação contra a chapa eleita, está a tese central de que Belivaldo Chagas, que era governador à época, emitiu edital para realização de obras públicas dentro do período permitido em 2018, mas em quantidade excessiva, e que disso teria se beneficiado para se reeleger.

“Nos parece justo que seja observado, a esta altura, o bem-estar administrativo que a atual gestão do Estado, tendo Belivaldo à frente, tem proporcionado a Sergipe, com recuperação das finanças públicas, pagamento de pessoal em dia, pagamento de fornecedores, investimento em obras públicas até com recursos próprios e geração de empregos. Por isso insisto que estancar tudo isso agora não tem qualquer serventia para o Estado de Sergipe”, afirma o empresário.

 

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