Aracaju, 29 de novembro de 2021

MP de Sergipe rejeita denúncias contra o pastor Luiz Antônio e recomenda pelo arquivamento

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A Justiça de Sergipe rejeitou as acusações de violação sexual contra o pastor evangélico Luiz Antônio.

O Ministério Público de Sergipe (MP-SE) decidiu nesta sexta-feira (19) pelo arquivamento do inquérito contra o pastor Luiz Antônio, supervisor da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) em Sergipe, após ser indiciado pela Polícia de Civil  após acusações de assédio sexual por parte de mulheres que frequentavam a igreja na capital sergipana.

Já os indiciamentos por assédio sexual e estupro de vulnerável contra o pastor Lucas Abreu ainda estão sendo avaliados.

O advogado Aurélio Belém, que faz a defesa do pastor Luiz Antônio, informou que o parecer da promotoria de Justiça do MP evidenciou a inexistência de elementos probatórios que justificassem o prosseguimento da Ação Penal e que ele não responde a qualquer ação penal.

No inquérito, concluído em maio deste ano, sete supostas vítimas denunciaram os crimes, um deles prescreveu porque teria ocorrido em 2010 e em outros três não foram identificados indícios que configurem conduta criminosa.

Aurélio Belém informou também que deve adotar medidas judiciais contra manifestações proferidas no curso da investigação que, segundo o advogado, “ofenderam a honra e a imagem do pastor Luiz Antônio, no sentido de buscar a responsabilização dos ofensores”.

Entenda o caso – no inquérito que investigou o pastor líder da igreja, Luiz Antônio, foram sete supostas vítimas, duas delas ouvidas em outros estados da região norte. Um caso denunciado teria ocorrido em 2010 e não houve representação criminal na época. Em outras situações, não houve configuração de nenhum tipo penal. Em uma das situações, a polícia indiciou o pastor por violação sexual mediante fraude, o que agora foi rejeitado pela justiça. Quanto ao filho, que pertence ao mesmo ministério, o pastor Lucas Abreu, quatro noticiantes entraram nos autos. Duas das supostas vítimas eram adolescentes. As práticas teriam ocorrido em 2011 e 2013, quando o pastor era líder de adolescentes.

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